O debate sobre o fim da escala 6×1 ganhou um novo capítulo importante no setor de aviação. O CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, se posicionou oficialmente para esclarecer como as mudanças propostas pelo governo podem impactar as operações das companhias aéreas.

O executivo utilizou suas redes sociais para explicar que teve uma conversa direta com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O objetivo foi alinhar expectativas e garantir a estabilidade operacional da categoria, conforme divulgado pelo Estadão.

A preocupação inicial do mercado surgiu após uma interpretação de declarações anteriores de Cadier sobre voos internacionais. Agora, o gestor reforça que a segurança de voo permanece como prioridade máxima e que a lei específica da categoria será preservada.

Esclarecimentos sobre a escala 6×1 e a Lei do Aeronauta

O CEO da Latam pontuou que o encerramento do regime de trabalho 6×1 não trará alterações para pilotos e comissários. Isso ocorre porque esses profissionais possuem uma legislação própria, a Lei do Aeronauta, focada em segurança operacional.

Cadier ressaltou que não é possível abrir mão do trabalho técnico realizado nos últimos anos. Segundo ele, as normas de jornada e descanso já previstas nesta legislação são cruciais para a aviação civil e devem ser mantidas rigorosamente.

Adaptações para funcionários em solo

Quanto aos aeroviários, que desempenham suas funções em solo, a postura da empresa é de prontidão. O executivo garantiu que a companhia está se preparando para realizar os ajustes necessários no regime de trabalho conforme as novas regras forem definidas.

Compromisso com o diálogo setorial

O encontro com o ministro Luiz Marinho buscou encerrar ruídos sobre o tema. O ministro assegurou que não haverá mudanças no que já está regulamentado para quem atua diretamente nos voos, mantendo a tranquilidade dentro do setor aéreo brasileiro.

A empresa reforçou que segue aberta a discussões construtivas. O foco é garantir que qualquer transição nas leis trabalhistas ocorra com clareza, evitando prejuízos para a conectividade do país e para a rotina de trabalho dos seus colaboradores.

A fonte original é a Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo clicando aqui.

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