O governo federal trouxe uma notícia impactante para milhões de trabalhadores autônomos em todo o país. Uma nova legislação sancionada promete aliviar o bolso de quem empreende por conta própria no Brasil.
A medida foca na reestruturação financeira dos pequenos negócios, oferecendo uma oportunidade única de regularização de débitos. Além disso, as regras de crescimento para essas categorias foram ampliadas.
O projeto busca modernizar o ambiente de negócios e impulsionar a economia nacional através do suporte direto aos microempreendedores, conforme divulgado pelo portal de notícias Estadão.
Entenda o perdão de R$ 12 bilhões e as novas regras para o MEI
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que perdoa cerca de R$ 12 bilhões em dívidas de Microempreendedores Individuais (MEIs). A iniciativa também expande consideravelmente o teto de faturamento da categoria.
Com a nova lei, o limite de receita bruta anual, que hoje é de R$ 81 mil, subirá de forma escalonada até atingir R$ 140 mil em 2028. Essa mudança permite que mais pessoas permaneçam no regime simplificado.
Expansão do limite de faturamento e crescimento
O cronograma define que o limite será de R$ 110 mil em 2027 e chegará aos R$ 140 mil no ano seguinte. Para novos negócios, o cálculo será proporcional aos meses de atividade, garantindo equidade no sistema tributário.
Além do aumento financeiro, o MEI agora poderá contratar até dois empregados que recebam um salário mínimo ou o piso da categoria. Antes, a lei permitia apenas um funcionário por cada empreendedor individual.
Como funciona o perdão das dívidas acumuladas
O texto garante a remissão integral de débitos com a União até outubro de 2026. Isso inclui contribuições para a Seguridade Social e multas acessórias, representando um fôlego financeiro importante para o setor.
Para garantir o benefício, o empreendedor deve pagar em dia as guias que vencerem nos seis meses após a vigência da lei, em janeiro de 2027. O descumprimento pode levar ao cancelamento imediato do perdão concedido.
Impacto na economia e visão sobre o trabalho
Durante a sanção, Lula destacou a importância de transformar a sociedade brasileira em empreendedora. Ele mencionou que o mundo do trabalho mudou e que muitos preferem o próprio negócio a aceitar baixos salários.
O custo total do perdão das dívidas é estimado em R$ 3 bilhões ao longo de três anos. A medida é vista como estratégica para estimular a formalização de trabalhadores e fortalecer o consumo interno no país.
A fonte original desta notícia é o Estadão, e você pode conferir todos os detalhes acessando a matéria original no link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.






