A tensão entre as duas maiores potências econômicas do mundo acaba de ganhar um novo capítulo explosivo que promete mexer com o cenário global nos próximos meses.
A China decidiu não ficar em silêncio após decisões recentes de Washington, anunciando medidas que afetam diretamente o faturamento de grandes corporações dos Estados Unidos.
A nova rodada de sanções marca um endurecimento diplomático e comercial significativo entre as nações, conforme divulgado pelo Estadão.
Guerra comercial escalada: entenda a nova retaliação da China contra os EUA
O governo da China anunciou medidas de retaliação contra os Estados Unidos, impondo controles rigorosos de exportação a dez empresas americanas e proibindo compras governamentais.
A decisão, que entrou em vigor nesta segunda-feira, proíbe órgãos públicos chineses de adquirir produtos de outras 46 companhias dos EUA, atingindo setores estratégicos da economia americana.
Alibaba e Baidu no centro da disputa tecnológica
Essas ações surgiram como resposta direta à inclusão das gigantes chinesas Alibaba e Baidu na lista do Pentágono, que as classifica como ligadas às Forças Armadas chinesas.
Em comunicado oficial, o Ministério do Comércio da China classificou a atitude dos Estados Unidos como um “ato flagrante” ao ampliar a lista de empresas militares chinesas de forma arbitrária.
Segundo a pasta, os novos controles de exportação têm como objetivo principal “salvaguardar a segurança nacional” do país diante do que chamam de abusos de poder por parte de Washington.
Gigantes da defesa americana na mira de Pequim
Entre as 46 empresas impedidas de vender para o governo chinês, destacam-se grandes fabricantes de equipamentos de defesa, como a Lockheed Martin, Raytheon e a divisão de defesa da Boeing.
O governo chinês esclareceu que as restrições não se aplicam a empresas estabelecidas em solo chinês que possuam investimentos dos Estados Unidos, focando apenas no comércio direto externo.
Essa disputa amplia a rivalidade nas áreas de tecnologia e defesa, intensificando o escrutínio sobre empresas estratégicas e gerando incertezas para investidores que operam entre os dois países.
A fonte original é o Estadão, e você pode conferir a matéria completa clicando no link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.







