A gigante do setor de moda Azzas 2154, que nasceu da união entre a Arezzo e o Grupo Soma, veio a público esclarecer os recentes rumores sobre uma possível separação entre seus principais acionistas. A declaração foi feita após questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.

A empresa afirmou categoricamente que não existe qualquer decisão ou proposta formal para a cisão da companhia. O mercado vinha especulando sobre um suposto racha entre Alexandre Birman e Roberto Jatahy, o que gerou insegurança nos investidores.

O posicionamento busca trazer estabilidade em um momento em que as ações da varejista enfrentam forte desvalorização na bolsa. A movimentação estratégica foca agora em consolidar a operação, conforme divulgado pelo Estadão.

A resposta da Azzas 2154 aos rumores de divisão interna

Negativa oficial à CVM

A varejista negou ter conhecimento de qualquer operação aprovada ou instrumento vinculativo que trate da segregação de ativos entre os sócios. Segundo o comunicado, os acionistas informaram que não mantêm negociações para uma cisão no momento.

A Azzas 2154 destacou que, apesar de conduzir análises preliminares sobre alternativas estratégicas no Brasil e no exterior, nada foi formalizado. A contratação do Itaú BBA para assessoria financeira foi confirmada como uma prática usual.

A companhia declarou que “não tem conhecimento de qualquer decisão tomada, operação aprovada, proposta formal ou instrumento vinculativo celebrado relacionado à eventual cisão da companhia ou à segregação de ativos entre os acionistas”.

Impacto das disputas no mercado financeiro

As divergências societárias entre Birman e Jatahy têm pesado sobre o desempenho da empresa na B3. Desde a estreia do ticker Azza3 em agosto de 2024, os papéis da companhia acumulam um saldo negativo de mais de 50 por cento.

O mercado acompanha de perto a integração das marcas que compõem o grupo, como Arezzo, Farm, Hering e Reserva. A promessa de se tornar a LVMH dos trópicos depende agora da harmonia entre as lideranças para reverter a queda de valor.

A fonte original é o Estadão e você pode ler a matéria completa no link: Azzas diz à CVM que desconhece decisões sobre cisão ou segregação de ativos entre controladores.

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