O Carnaval é um feriado que quebra todas as rotinas. Alguns fogem para o sossego do mato ou morro alto, longe do barulho. Outros mergulham na folia, fantasiados e cheios de energia.
Ambas as escolhas prometem liberdade, mas escondem riscos que mudam o dia a dia. Seja na paz isolada ou na multidão vibrante, o perigo pode aparecer de surpresa.
Uma apólice de seguro vira aliada essencial, cobrindo acidentes em qualquer cenário. Conforme divulgado pelo Estadão.
Escolha pela paz: perigos nas estradas precárias
Quem busca tranquilidade no alto do morro pensa em risco zero. Mas o caminho até lá é traiçoeiro. Estradas de terra, sem manutenção, contornam precipícios e barrancos.
Uma derrapada na lama molhada pode ser fatal. Motoristas sem prática enfrentam curvas íngremes, sem proteção lateral. O carro tomba fácil nesses trechos.
Longe da civilização, um tombo numa picada estreita quebra ossos. Sem sinal de celular, o resgate demora mais.
Folia na avenida: excessos e acidentes à espreita
Na rua, o Carnaval transforma o disciplinado em aventureiro. Mamadeira de cachaça, cervejas sem fim, beijos em desconhecidos. Tudo sem freios.
Sobe no trio elétrico, fica na beirada da carroceria. Um tropeço, e a queda é certa. Atropelamentos em blocos lotados viram tragédia comum.
Celular furtado na multidão, carro roubado na bagunça. Os quatro dias de festa viram pesadelo sem aviso.
Seguro como escudo contra imprevistos carnavalescos
Difícil dizer qual opção é mais perigosa. Como disse Guimarães Rosa, “viver é muito perigoso”. Vale para carnaval ou qualquer dia.
O seguro não evita o mal, mas reduz o drama. Indeniza perna quebrada no mato, conserto do carro batido na trilha.
Na folia, cobre perda do celular, queda do trio ou furto. Melhor ter proteção o ano todo do que pagar caro por um erro.
A fonte original é o Estadão e um link para a matéria original.







