A malha fina da Receita Federal é temida por quem entrega a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física. Muitos contribuintes são surpreendidos ao ver sua declaração retida para análise mais detalhada.

Segundo a colunista do Estadão, Maria Carolina Gontijo, a “Duquesa de Tax”, a maioria dos casos ocorre porque a Receita cruza os dados declarados com informações enviadas por empresas. Quando há diferença, a declaração é encaminhada para verificação.

Conforme divulgado pelo Estadão, a culpa nem sempre é do contribuinte; erros nas informações enviadas pelas fontes pagadoras podem gerar a retenção indevida.

Entenda a lógica da Receita ao selecionar declarações para a malha fina

Quando a divergência vem da empresa

Gontijo explica que se a empresa informou dados incorretos, o contribuinte não deve alterar a própria declaração por medo. O caminho correto é contatar a fonte pagadora, solicitar a correção e aguardar o reprocessamento, que pode levar até uma semana.

Passos para quem cometeu erro próprio

Se a falha for do contribuinte, o primeiro passo é acessar o portal Meu Imposto de Renda no gov.br e identificar a divergência apontada. O sistema exibe os detalhes e permite fazer a retificação de forma simples.

Dicas para evitar a malha fina

Confira comprovantes, revise contas e valores antes de enviar a declaração. Mantenha os dados das fontes pagadoras atualizados e guarde documentos que comprovem os rendimentos recebidos.

Onde buscar mais orientações

A “Duquesa de Tax” oferece conteúdos semanais no Estadão, no programa “Não vou passar raiva sozinha”, disponível em podcasts no Spotify e Apple Podcasts, além de reacts e análises nas redes sociais.

Para mais detalhes, consulte a matéria original em Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.

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