A Galp, uma das gigantes do setor de energia, acaba de reafirmar seu compromisso estratégico com o mercado brasileiro. Com mais de duas décadas de atuação no país, a companhia portuguesa projeta um futuro robusto e de alto crescimento em nossas águas.

O plano de negócios foca intensamente na ampliação da extração em áreas já conhecidas e na busca por novas oportunidades em regiões inexploradas. O montante bilionário destinado a essas operações reflete a confiança da empresa na estabilidade do setor nacional.

Este movimento coloca a multinacional em uma posição de destaque na corrida pela segurança energética global, buscando consolidar sua operação no Atlântico Sul, conforme divulgado pelo Estadão.

Galp busca expansão da produção de petróleo no pré-sal com aporte bilionário

A Galp, quinta maior produtora de petróleo e gás do Brasil, prevê investir US$ 1,5 bilhão em seus projetos de exploração e produção em curso até 2030, de acordo com o vice-presidente executivo de E&P, Nuno Bastos.

Com uma produção média de 130 mil barris de óleo equivalente por dia prevista para 2026, a empresa foca na expansão da produção de petróleo no pré-sal enquanto monitora, com atenção, novas fronteiras no Brasil e também no continente africano.

Destaque para o projeto Bacalhau e parcerias

A mais nova fonte de crescimento é o projeto Bacalhau, campo em parceria com a Equinor e a ExxonMobil, em operação desde outubro de 2025. O bloco tem potencial de produção de mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente.

Ao mesmo tempo, no campo de Tupi, em conjunto com a Petrobras e a Shell, a companhia celebrou marcos importantes. Ao mesmo tempo, no campo de Tupi, em conjunto com a Petrobras e a Shell, retornamos a 1 milhão de barris por dia, acrescenta Bastos.

Tecnologia e desafios no campo de Júpiter

A Galp participa de sete campos produtores no país, todos localizados no pré-sal da Bacia de Santos. No campo de Júpiter, conhecido pelo elevado nível de CO2, a empresa trabalha com a estatal brasileira para destravar o potencial do ativo.

O executivo ressalta que o desenvolvimento de tecnologias é fundamental para o sucesso dessas operações complexas. É importante para o Brasil acelerar os desenvolvimentos em áreas já descobertas, para benefício de todos, sustenta o vice-presidente.

Novas fronteiras e a Margem Equatorial

Além dos ativos atuais, a companhia monitora os rumos da Bacia de Pelotas e da Margem Equatorial. Na Margem, a Galp possui participações em quatro blocos exploratórios na Bacia de Barreirinhas, que estão em fase de licenciamento.

Para a Galp, o Brasil oferece vantagens evidentes, como uma entidade reguladora consolidada e estabilidade contratual. Paralelamente, a empresa avalia oportunidades na Namíbia, Guiné Equatorial e um possível retorno para Angola, na África.

A fonte original desta notícia é o Estadão, e você pode conferir os detalhes completos na matéria original em: Estadão | Galp busca expansão da produção de petróleo no pré-sal enquanto monitora novas fronteiras.

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