O mercado de eventos presenciais voltou com força total, tornando-se peça-chave para marcas que buscam conexão real. Em 2026, esse setor deve atingir um novo patamar de luxo e sofisticação no Brasil.

Grandes empresas já reservam espaços icônicos para garantir experiências exclusivas, transformando o calendário corporativo em uma vitrine de inovação e networking. O Grupo House lidera esse movimento atual.

Com foco em expansão e faturamento milionário, a holding projeta um ano histórico para o setor premium e de experiências, conforme divulgado pelo Estadão.

A estratégia bilionária dos eventos corporativos em 2026

O Grupo House, responsável pela administração de endereços icônicos como o Octavio House e o Leopoldo House, prevê um crescimento robusto de 40% em 2026, com faturamento de R$ 120 milhões.

Esse sucesso é reflexo direto de entregas de excelência. Iquinho Facchini, sócio do grupo, comemorou o momento: “Vivemos um momento de crescimento muito forte, relacionado a todas as entregas de eventos com excelência”.

Para o empresário, a repercussão positiva no setor de eventos é o que impulsiona os novos contratos. A holding se prepara para um calendário repleto de datas significativas, o que aumenta a demanda por serviços premium.

Espaços que conectam marcas e pessoas

A tendência para os próximos anos é o formato de ativação conhecido como “Casa + nome da marca”. As empresas buscam muito mais do que apenas visibilidade, elas querem criar conexões reais e memoráveis.

Facchini explica que “as empresas estão buscando muito mais do que visibilidade: elas querem criar conexão, presença e experiências memoráveis para clientes, convidados e parceiros”, em busca de um posicionamento forte.

O sucesso desses espaços depende de fatores como localização, tecnologia, acústica e uma estrutura preparada para diferentes formatos. Tudo deve funcionar de forma natural, desde a chegada do convidado até a gastronomia.

O futuro do mercado de luxo e experiências

Os planos do Grupo House envolvem expansão estratégica e o fortalecimento da marca no mercado premium. A ideia é construir um portfólio bem posicionado, onde cada espaço tenha sua própria personalidade e identidade forte.

“A ideia não é simplesmente aumentar a quantidade, mas construir um portfólio muito bem-posicionado, em que cada espaço tenha personalidade própria e complemente o ecossistema”, revelou o executivo sobre os próximos passos.

A visão da empresa é se tornar a principal referência no Brasil quando o assunto for experiências presenciais de alto padrão, unindo hospitalidade, arquitetura, entretenimento, tecnologia e relacionamento em um único local.

Hubs multiúso e ambientes vivos

O mercado de eventos passa por uma transformação profunda. Atualmente, as empresas deixaram de buscar apenas salas físicas e passaram a procurar experiências completas dentro de um conceito de hub multiúso de luxo.

Segundo Facchini, “O futuro dos espaços de eventos está justamente nessa versatilidade. Não se trata apenas de alugar um espaço, mas de criar ambientes vivos, preparados para diferentes formatos de experiências e networking”.

O plano agora é consolidar esse modelo de sucesso em São Paulo e expandir a visão para outras cidades estratégicas do Brasil, mantendo o foco em lançamentos, ativações de marca e encontros estratégicos de alto nível.

A fonte original é a Estadão.

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