O Banco Master está no centro de um escândalo que envolve fraudes bilionárias, decisões polêmicas no STF e agora a liquidação do Banco Pleno. Nesta Quarta-feira de Cinzas, o Banco Central decretou o fim do Pleno por falta de liquidez, marcando a sexta sanção ligada ao caso Master.

Ex-sócios como Daniel Vorcaro e Augusto Lima conectam as instituições. Suspeitas de créditos falsos chegam a R$ 17 bilhões, com impactos no FGC que já pagou R$ 49 bilhões por liquidações do grupo Master, conforme divulgado pelo Estadão.

A investigação ganha fôlego no Congresso com CPI e CPMI, enquanto o STF enfrenta controvérsias com Dias Toffoli. O que está em jogo pode redefinir regras financeiras e relações institucionais no Brasil.

Banco Pleno liquidado: caso simples ou peça do quebra-cabeça do Banco Master?

O Banco Central agiu rápido nesta quarta-feira. O Banco Pleno, ex-Voiter e vendido pelo Master em julho de 2025, perdeu liquidez para pagar compromissos curtos. Técnicos do BC monitoravam o caixa diariamente.

Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, tentava captar recursos sem emitir novos CDBs, exigência do BC. Com R$ 5,237 bilhões em depósitos em setembro de 2025, o impacto no FGC deve ser limitado.

Diferente do Master, não há fraudes claras no Pleno. José Eduardo Victória foi nomeado liquidante, separado do caso Master.

Escândalo do Banco Master: fraudes de R$ 17 bilhões e Operação Compliance Zero

Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, é o foco da PF. A operação apura créditos falsos, inclusive na tentativa de venda ao BRB. Fraudes podem somar R$ 17 bilhões.

O FGC já arcou com R$ 49 bilhões em garantias do grupo Master. Conglomerados como Letsbank também caíram, com bens bloqueados de administradores.

Controvérsias no STF e pressão no Congresso pelo Banco Master

Dias Toffoli avocou o inquérito em dezembro de 2025, mas decisões sigilosas geram desconforto. Ligações familiares com resort Tayayá, ligado a Vorcaro, alimentam suspeitas.

CPMI do INSS e CPI do Crime Organizado investigam. Vorcaro depõe pós-Carnaval, e contratos com escritório da esposa de Alexandre de Moraes somam R$ 130 milhões.

O TCU verifica decisões do BC. Ex-presidente do BRB pede novo depoimento à PF.

A fonte original é o Estadão e demais veículos citados.

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