A Caixa Econômica Federal agendou uma nova rodada de conversas com os representantes dos trabalhadores para esta quarta, dia 16, buscando um consenso definitivo para o impasse.
A categoria iniciou a greve da Caixa na última quarta, dia 10, e até o momento não há uma previsão oficial para o retorno total das atividades em todas as unidades do país.
O foco principal do encontro é a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, tentando encerrar o movimento que afeta diversas agências, conforme divulgado pelo Estadão.
Impasse sobre o plano de saúde motiva continuidade da greve da Caixa
O ponto de maior discordância entre os bancários e a estatal é o Saúde Caixa. O modelo de custeio do plano de saúde dos funcionários gerou um abismo nas negociações atuais.
As reivindicações dos trabalhadores
Os funcionários se posicionam contra as mudanças que aumentam a parcela paga pelos empregados, aposentados e dependentes. Eles exigem que o banco amplie sua participação financeira no plano.
Para os sindicatos, o aumento nos custos do plano de saúde sobrecarrega o orçamento das famílias, tornando a manutenção do benefício insustentável para muitos dos colaboradores ativos e inativos.
A postura da Caixa Econômica Federal
A instituição afirma que busca uma solução que preserve os interesses dos empregados, clientes e da sociedade. O banco destaca que o diálogo tem sido permanente desde o início da campanha.
De acordo com a estatal, “desde o início das negociações da campanha salarial, a Caixa manteve postura permanente de diálogo”, visando sempre uma construção equilibrada para as partes envolvidas.
Histórico das negociações
Até agora, foram realizadas 54 reuniões coletivas. A Caixa informou que já apresentou quatro propostas diferentes, tentando incorporar as demandas apresentadas pelas representações dos empregados.
O banco afirma que o objetivo é buscar uma “solução equilibrada e sustentável”, mas os trabalhadores aguardam avanços reais na proposta de custeio do plano de saúde para encerrar a mobilização nacional.
A fonte original é o Estadão.






