A Braskem vive um momento decisivo em sua trajetória financeira, intensificando as conversas com seus principais credores para definir o futuro de sua saúde econômica e operacional.
Recentemente, a companhia foi questionada pela CVM sobre rumores de um possível pedido de recuperação extrajudicial, algo que tem movimentado o mercado e gerado diversas especulações.
A empresa afirma que ainda não tomou uma decisão final sobre a reestruturação, mas confirmou que avalia todas as medidas de proteção necessárias, conforme divulgado pelo Estadão.
Estratégia da Braskem para lidar com credores e dívidas bilionárias
A Braskem informou que as tratativas com credores financeiros têm se intensificado e ainda estão em curso, mas ressaltou que até o momento não há decisão sobre as condições de uma eventual reestruturação.
A empresa contratou assessores financeiros e jurídicos para elaborar um diagnóstico detalhado. O objetivo é encontrar alternativas que permitam a otimização da estrutura de capital de forma eficiente.
Suspensão de execuções e o processo internacional
Para garantir fôlego nas negociações, a Justiça de São Paulo determinou a suspensão de execuções e constrições por 60 dias. Essa medida protege a empresa enquanto a mediação com os credores ocorre.
Além disso, um processo de Chapter 15 foi iniciado nos Estados Unidos. A corte americana deferiu um bloqueio temporário de cobranças, acompanhando a decisão brasileira para proteger os ativos no exterior.
Foco na continuidade dos negócios
A Braskem reiterou seu compromisso em buscar uma solução consensual e ordenada. A ideia é garantir que as operações continuem normalmente, sem prejudicar o fornecimento de produtos aos seus clientes.
No momento, propostas indicativas e não vinculantes de grupos de credores estão sob análise. Elas incluem possíveis capitalizações e o uso de ativos como garantia para a nova fase da empresa.
A fonte original é a Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.






