A indústria aeronáutica brasileira celebra um novo marco histórico de crescimento. O BNDES aprovou um crédito bilionário para a gigante brasileira Embraer, visando a exportação de aeronaves de última geração.
O destino dessa frota tecnológica é o Canadá, em uma operação que reforça a presença global da fabricante. O negócio bilionário envolve jatos comerciais modernos e estratégicos para o mercado internacional.
A parceria financeira promete aquecer a economia nacional e garantir a competitividade dos produtos fabricados aqui lá fora, conforme divulgado originalmente em reportagem publicada pelo Estadão.
BNDES libera crédito bilionário para a Embraer
O financiamento aprovado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) visa a exportação de até 19 aeronaves do modelo E195-E2 para a empresa canadense Porter Aviation Holdings.
Estima-se que a operação bilionária movimente entre R$ 3,3 bilhões e R$ 3,7 bilhões. O crédito terá cobertura do Seguro de Crédito à Exportação, garantindo segurança financeira para a exportação da Embraer.
Impacto na produção e empregos nacionais
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, “Este financiamento apoia a manutenção do nível de produção da Embraer e dos empregos da indústria aeronáutica nacional. É uma operação que envolve aeronaves mais tecnológicas”.
O executivo ressaltou ainda que esses aviões modernos estão conquistando novos mercados. A linha utilizada foi a BNDES Exim Pós-embarque, marcando o primeiro financiamento direto deste tipo para uma empresa do Canadá.
Expansão da frota da Porter Airlines
A companhia Porter Airlines vem ampliando sua frota desde 2023, com uma encomenda total de 75 jatos. Até agora, 54 unidades já foram entregues, incluindo aeronaves que já contavam com o suporte financeiro do banco brasileiro.
Rob Palmer, CFO da Porter Airlines, afirmou que “A Porter é a companhia aérea que mais cresce na América do Norte, com nossa frota E2 desempenhando um papel fundamental na apresentação da empresa a milhões de novos passageiros”.
Fortalecimento da indústria brasileira
Felipe Santana, vice-presidente financeiro da Embraer, vê a operação como um reforço à parceria com o banco estatal. O objetivo é manter o fluxo de exportações robusto e a presença da marca em solo norte-americano.
Maíra Madrid, da ABGF, reforçou que o foco é a competitividade. “O instrumento busca tornar os produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional”, destacou ela sobre a relevância desse apoio financeiro estatal.
Perspectivas para o futuro da aviação
Com as entregas previstas até 2030, a Embraer consolida sua posição como líder no segmento de jatos regionais. A confiança do mercado canadense sinaliza um futuro promissor para as exportações de alta tecnologia do país.
A fonte original desta notícia é o Estadão, disponível em: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo







