Já imaginou pagar o seu café apenas com a palma da mão, sem precisar de cartões ou celular? Essa cena, que parece futurista, já é realidade e ilustra como a inteligência artificial está se tornando cada vez mais presente em nosso cotidiano.

A tecnologia está deixando de ser algo restrito a programadores para se tornar um suporte essencial na vida de qualquer pessoa. Especialistas indicam que estamos no início de uma era onde o convívio com algoritmos será constante e transformador.

O novo cenário exige que as empresas saibam como equilibrar os altos custos de processamento com a utilidade prática para o usuário final, conforme divulgado pelo Estadão.

Como a inteligência artificial está criando o ser humano híbrido no cotidiano

Durante o evento Febraban Tech 2026, Rodrigo Assad, diretor de inovação da Claro, destacou que a inteligência artificial precisa, antes de tudo, ser economicamente viável para escalar e alcançar a população.

Para Assad, a tecnologia muitas vezes é tratada como um brinquedo caro, mas o uso de chips potentes como as GPUs pode ajudar a controlar custos. Ele afirma que o futuro será híbrido, unindo modelos complexos e simples.

O surgimento dos assistentes pessoais como o Jarvis

Um dos pontos centrais da estratégia da Claro é capacitar seus 40 mil colaboradores para que cada um crie seus próprios agentes digitais. A ideia é que cada pessoa tenha seu próprio assessor personalizado para as tarefas diárias.

Conforme explica Assad, “estamos ensinando pessoas a criar seus próprios agentes: um agente que lê e-mails, outro que faz recomendações, e assim por diante”. Isso cria um ambiente de trabalho muito mais ágil e focado.

A Claro como consultora e o pagamento com a palma da mão

A empresa também se posiciona como uma AI advisor para o mercado brasileiro, ajudando outras companhias na jornada de automação. A experiência prática da Claro serve como base para garantir que os projetos tragam retorno real.

A tecnologia de pagamento biométrico, que permite comprar apenas com o movimento da mão, é um exemplo de como a IA está quebrando barreiras físicas. Isso mostra que a inovação está mais próxima das pessoas do que imaginamos.

Manter o ser humano no centro das decisões

Apesar de toda a automação, o conceito de human in the loop é fundamental. Isso significa que, mesmo com a ajuda de robôs, a decisão final deve sempre pertencer a uma pessoa, garantindo segurança e ética nos processos.

O executivo conclui que a inteligência artificial deixará de ser vista somente como uma tecnologia e passará a ser algo transformacional. No futuro, segundo ele, vamos estar cada vez mais assessorados por essas ferramentas potentes.

A fonte original desta notícia é o Estadão, e você pode conferir todos os detalhes na matéria original através do link: Estadão | O ser humano está começando a ficar híbrido.

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