A recente operação da Polícia Federal trouxe um novo abalo para o cenário político do Rio de Janeiro. O alvo da vez foi Márcio Canella, figura central no palanque de Flávio Bolsonaro no estado.
A ação investiga crimes graves, incluindo lavagem de dinheiro e contratação direta ilegal. Além disso, a situação de Canella se complicou após uma descoberta surpreendente feita pelos agentes federais.
O caso levanta dúvidas sobre o futuro das alianças políticas e coloca a base bolsonarista em alerta máximo para as próximas eleições, conforme divulgado pelo Notícias ao Minuto Brasil.
Os detalhes da Operação Unha e Carne no Rio de Janeiro
A 6ª fase da Operação Unha e Carne, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, teve como foco o deputado Márcio Canella. O político foi preso em flagrante pela posse de um fuzil calibre .556.
Segundo a PF, a investigação aponta para uma movimentação financeira suspeita que ultrapassa a marca de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, conforme dados revelados por relatórios do Coaf.
As suspeitas envolvem a contratação direta ilegal e esquemas complexos de lavagem de dinheiro. O montante bilionário chamou a atenção das autoridades, que agora aprofundam as buscas por novos envolvidos.
O impacto direto na campanha de Flávio Bolsonaro
A situação de Márcio Canella é vista como um golpe duro para as pretensões do senador Flávio Bolsonaro no Rio. A pré-candidatura de Canella ao Senado era estratégica para a manutenção do grupo.
O nome de Canella já era considerado vulnerável devido ao seu histórico em Belford Roxo. No entanto, sua indicação foi mantida como parte fundamental do acordo político firmado com o partido União Brasil.
O senador já enfrentou outros problemas similares anteriormente. O ex-governador Cláudio Castro também abandonou sua pré-candidatura após ser alvo de operações da PF por suspeitas de vínculos com empresários.
Substitutos e o futuro das alianças políticas fluminenses
Com o desgaste de Canella, nomes como o de Felipe Curi e até de Marcelo Crivella começam a surgir nos bastidores. A intenção é tentar estancar a crise e garantir um nome forte para a disputa no estado.
A manutenção do sigilo dos autos contribui para a cautela no afastamento da postulação do ex-prefeito. Líderes partidários avaliam os riscos antes de tomar uma decisão definitiva sobre a chapa eleitoral.
A fonte original desta notícia é o portal Notícias ao Minuto Brasil, e você pode conferir todos os detalhes acessando a matéria completa por meio deste link: clique aqui para ler.








