A corrida para a sucessão presidencial já apresenta desafios significativos para os principais nomes da política nacional, com índices de desaprovação que chamam a atenção dos analistas de plantão.

O cenário atual mostra que a polarização continua sendo um fator determinante, mas novos nomes começam a surgir com potenciais que podem surpreender nas próximas etapas cruciais do pleito eleitoral.

Entre a rejeição recorde e o eleitorado fiel, os dados trazem um panorama detalhado de como o brasileiro enxerga os possíveis candidatos, conforme divulgado pelo Notícias ao Minuto Brasil.

Flávio Bolsonaro e Lula encabeçam lista de rejeição

A pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, aponta que o senador Flávio Bolsonaro lidera o índice de rejeição entre os nomes testados para a eleição presidencial, com 50% de resistência.

Segundo o levantamento, metade dos entrevistados afirmou que não votaria no parlamentar “de jeito nenhum”. Logo atrás, aparece o presidente Lula, que registra 47% de rejeição entre os eleitores ouvidos.

O cenário de rejeição entre os demais pré-candidatos

Além dos líderes, o ex-deputado Cabo Daciolo registra 42% de rejeição. Já o ex-governador Romeu Zema aparece com 34%, seguido de perto pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que tem 32%.

Outros nomes avaliados incluem Renan Santos, com 31%, e o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, com 30%. O escritor Augusto Cury fecha a lista dos principais nomes com 27% de rejeição no momento.

Fidelidade do eleitor e potencial de crescimento

O levantamento aponta que Lula possui o eleitorado mais consolidado, para 37% dos entrevistados, o petista é o único candidato em quem votariam. Flávio Bolsonaro aparece com 26% nesse quesito específico.

No chamado potencial ampliado de voto, Caiado e Zema lideram com 27% cada. Esse índice reúne eleitores que afirmam que poderiam votar no nome, mesmo considerando outras opções no tabuleiro político atual.

O grande desafio do desconhecimento popular

A pesquisa destaca que muitos pré-candidatos ainda são desconhecidos. Augusto Cury é desconhecido por 57% dos eleitores, enquanto Renan Santos não é identificado por 54% dos entrevistados pela Nexus.

Até figuras conhecidas como Joaquim Barbosa (48%), Caiado (37%) e Zema (34%) registram índices relevantes de desconhecimento, o que sugere uma margem para crescimento ou queda ao longo da campanha.

Metodologia e registro do levantamento

A pesquisa ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, registrada no TSE sob o protocolo BR-04193/2026.

A fonte original é a Notícias ao Minuto Brasil.

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