A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal que investigue uma declaração feita pelo senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, que pode configurar calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido resultou na abertura de um inquérito pelo ministro Alexandre de Moraes.
Conforme divulgado pelo Notícias ao Minuto Brasil, a investigação tem origem em um pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública para apurar uma publicação feita por Flávio no X, em 3 de janeiro de 2026.
Na mensagem, o parlamentar vinculou a imagem do ditador venezuelano Nicolás Maduro ao presidente Lula, alegando que “Lula será delatado” e acusando-o de envolvimento com tráfico internacional de drogas, armas, lavagem de dinheiro, apoio a terroristas e ditaduras, além de citar o “fim do Foro de São Paulo”.
Motivo da abertura do inquérito
O ministro Moraes destacou que a afirmação “será delatado” remete ao instituto da colaboração premiada, e que a publicação imputou fatos criminosos ao presidente, em ambiente virtual público e acessível a milhares de pessoas.
Procedimento adotado pelo STF
Moraes determinou que os autos sejam enviados à Polícia Federal, que terá 60 dias para adotar as providências cabíveis, conforme a decisão oficial.
Reação do gabinete de Flávio Bolsonaro
O Estadão tentou contato com o gabinete do senador para obter posicionamento, mas o espaço permanece aberto para resposta.
Contexto político
A situação ocorre em meio à disputa eleitoral, onde pesquisas recentes mostram Lula com 44,9% das intenções de voto contra 40,2% de Flávio Bolsonaro no segundo turno.
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