O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, revelou que o governo federal está analisando um conjunto de medidas para gasolina visando conter a alta dos preços. A declaração ocorreu durante sua primeira coletiva no Palácio do Planalto, na terça‑feira, 14, e trouxe à tona a possibilidade de elevar o endividamento público para amortecer os impactos econômicos.

Guimarães destacou que, embora o pacote de subvenções ao óleo diesel já tenha sido implementado, “não basta, porque tem agora a gasolina”. Ele ressaltou ainda que decisões finais dependem da aprovação do presidente Lula, que ainda não autorizou nenhum novo ajuste.

Conforme divulgado pelo Estadão, o ministro enfatizou que o Brasil não pode transferir os custos da guerra no Irã para os consumidores e que, se necessário, o país deve “aumentar o endividamento” para proteger a população.

Ministro indica que medidas adicionais são inevitáveis

Subvenções ao diesel não resolvem o problema da gasolina

O ministro explicou que o governo realizou “medidas muito corajosas” com o diesel, envolvendo 25 governadores, mas que ainda resta o desafio da gasolina. Ele afirmou que a situação exige novas intervenções para estabilizar o mercado interno.

Coordenação entre ministérios na definição das ações

Guimarães informou que o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti e a Casa Civil estão acompanhando de perto os impactos das possíveis políticas sobre combustíveis, sem, entretanto, divulgar detalhes específicos.

Possível aumento do endividamento público

Em sua fala, o ministro foi enfático ao dizer que, se for preciso, o país deve “aumentar o endividamento” para evitar que a guerra no Irã prejudique a economia popular. Ele descreveu a medida como necessária para “salvar a economia popular”.

Conjunto de ações já em vigor

O governo já implementou diversas iniciativas, como subvenções à importação de combustíveis e ajustes de impostos sobre exportação, para tentar conter a alta dos preços. Ainda assim, Guimarães reconhece que esses esforços ainda são insuficientes para a realidade da gasolina.

Para mais detalhes, consulte a matéria original em Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.

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