O senador Flávio Bolsonaro anunciou uma decisão que pegou o cenário político de surpresa ao abrir mão de um direito garantido por lei. O pré-candidato à Presidência afirmou publicamente que não utilizará a escolta da Polícia Federal durante sua campanha eleitoral.
A motivação por trás dessa escolha envolve críticas diretas à atual gestão da corporação e receios sobre a integridade de sua equipe de campo. Flávio prefere manter sua própria segurança privada para os próximos compromissos oficiais e viagens.
O parlamentar sugeriu que o efetivo que seria destinado a ele seja utilizado em outras frentes de investigação que considera prioritárias no momento, conforme divulgado pelo Notícias ao Minuto.
Por que Flávio Bolsonaro recusa a segurança da Polícia Federal em sua campanha?
A desconfiança com a cúpula da PF
Flávio Bolsonaro utilizou suas redes sociais para expressar que não confia em Andrei Passos Rodrigues, o atual diretor,geral da Polícia Federal. Ele demonstrou temor de que agentes pudessem atuar como espiões dentro de sua equipe de trabalho.
“Não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”, declarou o senador em suas plataformas digitais, justificando sua escolha inusitada para o pleito de 2026.
Redirecionamento de recursos e cobranças
Além de recusar a proteção, o senador solicitou que os servidores da PF sejam enviados para apurar fraudes contra aposentados do INSS. Ele também aproveitou para cobrar investigações sobre Luís Cláudio Lula da Silva, filho do atual presidente.
Flávio mencionou que, se a justificativa para não investigar certas figuras é a falta de pessoal, ele estaria dando sua contribuição ao liberar os agentes que seriam seus seguranças, focando na recuperação de valores desviados do governo.
Como funciona a proteção aos candidatos
A Polícia Federal mobilizará centenas de servidores e um orçamento milionário para proteger os presidenciáveis em 2026. A estrutura inclui veículos blindados e tecnologias de ponta para garantir a segurança de até dez candidaturas simultâneas.
O custo estimado da operação é de R$ 95 milhões, abrangendo kits antibomba e equipamentos modernos. No entanto, para contar com esse suporte, os candidatos precisam solicitar formalmente após a homologação de seus nomes nas convenções.
Rotina de segurança atual do senador
Atualmente, o parlamentar já adota medidas rigorosas em suas aparições públicas, sendo acompanhado por seguranças particulares. Flávio Bolsonaro também costuma utilizar colete à prova de balas em seus compromissos para se proteger de possíveis ameaças.
A decisão de manter essa estrutura privada reforça o distanciamento entre o pré,candidato e a atual gestão da segurança pública federal, marcando um ponto de tensão importante para o início da corrida eleitoral que se aproxima no país.
A fonte original é a Notícias ao Minuto Brasil.








