A Walt Disney Co. iniciou nesta terça‑feira, 14, uma demissão em massa que deve eliminar 1.000 postos de trabalho em toda a companhia.
O anúncio foi feito por Josh D’Amaro, que em fevereiro de 2026 sucedeu Bob Iger como CEO, e vem após a medida de janeiro para consolidar a divisão de marketing.
Conforme divulgado pelo Estadão, os cortes deverão atingir os negócios tradicionais de televisão, como a ESPN, o estúdio de cinema, além de áreas de produtos, tecnologia e funções corporativas.
Motivos da reestruturação e áreas afetadas
“Nos últimos meses, analisamos maneiras de otimizar nossas operações em várias áreas da empresa para garantir que ofereçamos a criatividade e a inovação de nível mundial que nossos fãs valorizam e esperam da Disney”, explicou D’Amaro em memorando obtido pela Associated Press.
Ele acrescentou que o ritmo acelerado dos setores exige uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro.
Impacto nos setores de TV e cinema
Espera‑se que os cortes atinjam a ESPN e o estúdio de cinema da Disney, reduzindo custos em áreas que historicamente geram grande parte da receita de mídia.
Repercussão no mercado de entretenimento
A Disney já passou por outra rodada de demissões em 2022, quando cortou cerca de 8.000 empregos após o retorno de Iger ao cargo de CEO. No final de 2025 a empresa contava com aproximadamente 230.000 funcionários.
Outras grandes produtoras também anunciam reduções de pessoal: a Paramount Skydance já eliminou 2.000 vagas e a Sony Pictures Entertainment anunciou cortes de centenas de empregos.
Esta medida reflete uma tendência de reestruturação no setor de Hollywood, onde a busca por eficiência e adaptação tecnológica tem levado a decisões semelhantes em diversas empresas.
Fonte original: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo







