A CSN reforçou seu compromisso com a redução do endividamento, mantendo o cronograma de venda de ativos em pleno curso. O CEO da companhia, Benjamin Steinbruch, confirmou que o plano de desalavancagem segue conforme o planejado, com foco total no terceiro trimestre de 2026.

O setor de cimentos, em particular, tem gerado um interesse expressivo do mercado. Segundo o executivo, o volume de propostas recebidas superou as expectativas iniciais, forçando a diretoria a acelerar o processo para as próximas etapas, conforme divulgado pelo Estadão.

A companhia agora se prepara para afunilar as ofertas e avançar com cautela em direção aos interessados. Este movimento é visto como um passo fundamental para fortalecer o balanço da empresa e otimizar sua estrutura de capital nos próximos meses.

Venda da CSN Cimentos avança com interesse estratégico

O CFO da CSN, Marco Rabello, detalhou que a fase de propostas vinculantes começa já na próxima semana. Um grupo selecionado de empresas será convidado para a etapa de due diligence, permitindo uma análise técnica profunda das operações do setor de cimentos.

Foco em players estratégicos

A gestão da companhia confirmou que o objetivo é vender o controle do negócio. Conforme relatado por Rabello, a empresa busca players estratégicos, que costumam apresentar propostas mais robustas. A fatia a ser vendida permanece flexível, podendo atingir 70%, 80% ou o controle total, dependendo das negociações.

Infraestrutura e novos desinvestimentos

Além dos cimentos, a venda de ativos na área de infraestrutura segue dentro do prazo estabelecido. A expectativa é que, na próxima interação com investidores, a companhia apresente novidades sobre o andamento dessas tratativas, ampliando o leque de otimização operacional.

Desempenho operacional em destaque

Apesar dos desafios climáticos no primeiro trimestre de 2026, a CSN Mineração entregou números classificados pelo comando como excepcionais. A empresa superou tempestades que impactaram o transporte e a produção, alcançando um novo recorde de volume embarcado.

Produção interna ganha tração

O recorde de produção própria, com alta de 6,7% sobre o ano anterior, demonstra o sucesso da estratégia interna. Steinbruch ressaltou que a companhia priorizou a própria produção, reduzindo a necessidade de compras externas, consolidando uma fase de sucesso operacional.

A fonte original da notícia é o Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.

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