O mercado imobiliário de luxo em São Paulo acaba de ganhar um novo capítulo com a confirmação do primeiro inquilino do Edifício Alto das Nações, o gigante que domina o horizonte paulistano.

A gigante farmacêutica e química Bayer assinou o contrato para ocupar uma área significativa do empreendimento, garantindo seu espaço em um dos endereços mais disputados da capital.

A movimentação ocorre em um momento de alta demanda por escritórios de alto padrão, refletindo a pressa das grandes corporações em assegurar espaços premium, conforme divulgado pelo Estadão.

Bayer define nova sede administrativa no prédio mais alto de São Paulo

A multinacional alemã fechou a locação de seis andares do edifício, totalizando cerca de 16 mil metros quadrados. O acordo foi selado logo após a saída do Itaú Unibanco da mesa de negociações.

Escassez de escritórios de luxo impulsiona o negócio

A decisão da Bayer em assinar o contrato foi estratégica, visto que a oferta de lajes corporativas de padrão triplo A está menor na cidade, restando poucos prédios com grandes áreas vagas.

Com 42 andares e impressionantes 219 metros de altura, o Alto das Nações oferece uma estrutura moderna. Atualmente, o edifício ainda possui cerca de 84% de sua área bruta locável disponível.

Transição para a Chácara Santo Antônio e expansão

A transição oficial da sede administrativa para o novo complexo, localizado na região da Chácara Santo Antônio, está prevista para acontecer em 2028, garantindo um planejamento de longo prazo.

A unidade da empresa no bairro do Socorro continuará ativa. Segundo a companhia, o local segue como um ativo importante, mantendo as operações técnicas, de produção e laboratórios funcionando normalmente.

Um complexo multiuso no coração da zona sul

O complexo Alto das Nações não se resume apenas à torre corporativa. O espaço integra um hipermercado Carrefour, torres residenciais, uma praça pública e, futuramente, contará até com um teatro.

A gestão do prédio é liderada pela Altre, braço imobiliário do Grupo Votorantim, que detém 60% do ativo, em parceria com o Carrefour Properties e outros investidores de peso do mercado nacional.

A fonte original desta notícia é o Estadão, e você pode ler a matéria completa através do link original: Estadão.

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