O cenário eleitoral brasileiro ganhou novos desdobramentos com as recentes declarações de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PL, sobre o futuro das aposentadorias.
O político buscou tranquilizar milhões de cidadãos que dependem dos pagamentos do INSS e de auxílios sociais, reagindo a especulações sobre mudanças profundas nas regras de correção desses valores.
Ele negou qualquer intenção de alterar a forma de reajuste dos pagamentos para reduzir as despesas do governo federal no próximo mandato, conforme divulgado pelo Estadão.
Compromisso com o aumento das aposentadorias e o BPC
Durante uma conversa com jornalistas logo após receber o apoio formal do partido Podemos, o candidato reforçou que não pretende realizar ajustes fiscais que prejudiquem a população vulnerável.
Flávio Bolsonaro foi enfático ao declarar que os idosos e beneficiários do BPC podem ficar tranquilos em relação à manutenção de seus direitos e aos reajustes anuais aplicados aos valores.
O candidato destacou que sua prioridade será proteger o poder de compra de quem mais precisa, afastando os temores de que a equipe econômica pudesse propor o congelamento ou a desindexação das rendas.
A resposta aos rumores de mercado
A polêmica teve início após informações de que sua equipe teria apresentado a investidores uma proposta para mudar a forma de aumento das aposentadorias, visando o controle de gastos públicos.
“Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa. Das pessoas mais carentes desse Brasil. Aposentado, fique tranquilo”, afirmou o candidato, negando que os planos econômicos sigam por esse caminho.
Ele classificou as informações sobre o fim do reajuste como enganosas, garantindo que sua gestão focará em outras áreas para equilibrar as contas da União sem afetar o bolso do trabalhador aposentado.
Garantia de reajuste acima da inflação
Ao ser questionado se manteria o reajuste real, que permite ganhos acima da inflação, Flávio Bolsonaro confirmou o compromisso, afirmando que o Brasil possui recursos suficientes para tal medida.
Segundo o político, a economia necessária virá de uma gestão mais rigorosa, focando no combate à corrupção e na recuperação da lucratividade das empresas estatais brasileiras nos próximos anos.
Ele citou que, em períodos anteriores, as estatais geraram lucros de bilhões de reais, e que pretende retomar essa eficiência administrativa para financiar os compromissos sociais e previdenciários do país.
A fonte original desta notícia é o Estadão, disponível em: https://www.estadao.com.br/economia/flavio-bolsonaro-reajuste-acima-inflacao-aposentadorias/







