O Nubank nasceu na era da nuvem e agora quer liderar a próxima grande revolução tecnológica. A empresa está se posicionando para deixar de ser apenas um banco digital e se tornar uma organização totalmente focada em tecnologia de ponta.
Com parcerias acadêmicas de peso e um time de pesquisadores dedicados, o banco busca inspiração no modelo de inovação das grandes Big Techs globais. O objetivo é transformar a experiência do usuário de forma radical e eficiente.
A estratégia envolve desde a melhoria de processos internos até o uso de comandos de voz para transações cotidianas, como o envio de um Pix, conforme divulgado pelo Estadão.
A revolução da Inteligência Artificial no Nubank
Inspiração nas Big Techs e pesquisa de ponta
O Nubank está seguindo o caminho de gigantes como Google e OpenAI para consolidar sua liderança. Segundo Felipe Lamounier, estrategista da empresa, o sucesso dessas companhias se deve ao investimento pesado em capital intelectual.
“Google, Meta, Amazon, Apple e a OpenAI, todas elas são o que são do ponto de vista de tecnologia e inovação porque investiram fortemente em pesquisa e atraíram excelentes pesquisadores ao longo da história”, afirma Lamounier.
O futuro do banco é conversacional e por voz
A empresa acredita que a interação humana com o dinheiro será cada vez mais natural. Atualmente, já é possível realizar um Pix enviando apenas uma mensagem de texto ou comando de voz no aplicativo da Inteligência Artificial.
Para o estrategista, “Voz é o futuro”. Essa tendência busca simplificar a vida financeira do cliente, permitindo que a tecnologia entenda as necessidades individuais de forma hiperpersonalizada e direta, sem burocracias.
Cultura interna e uso massivo de tecnologia
A adoção da Inteligência Artificial não se restringe aos produtos finais. Dentro do banco, cerca de 98% dos funcionários já utilizam ferramentas de IA generativa em suas rotinas diárias para aumentar a produtividade operacional.
Essa cultura permite repensar fluxos de trabalho. A ideia não é apenas fazer o trabalho ser mais rápido, mas permitir que os colaboradores operem de forma exponencialmente melhor, criando produtos que antes eram totalmente impossíveis.
Dados estruturados e expansão internacional
O fato de o banco ter nascido na nuvem, ou cloud-first, facilitou a organização de 13 anos de dados. Essa base sólida é o que permite alimentar modelos de Inteligência Artificial com precisão e agilidade superiores aos rivais.
Com essa tecnologia, o banco planeja enfrentar a concorrência global, incluindo o mercado dos Estados Unidos. O diferencial será o atendimento humanizado e personalizado, colocando sempre o cliente no centro de todas as decisões da empresa.
A fonte original é o Estadão e você pode conferir a matéria completa no link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo





