A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para se tornar o motor de rentabilidade de gigantes no Brasil, transformando processos lentos em operações ágeis e lucrativas.

De trens que operam de forma mais eficiente a sistemas de saúde que validam remédios em tempo recorde, a tecnologia está provando que o gasto das grandes plataformas começa a dar retorno real.

Empresas como VLI e Vibra estão na linha de frente dessa revolução, utilizando ferramentas para economizar milhões e abrir novas fontes de receita, conforme divulgado pelo Estadão.

Como a inteligência artificial está transformando a produtividade nacional

Ganhos milionários nos setores de logística e energia

Na VLI, a tecnologia ajuda maquinistas a conduzirem de forma eficiente, economizando R$ 7 milhões. Já a Vibra reduziu custos em R$ 900 milhões no segundo trimestre de 2024.

A Vibra também utilizou a inteligência artificial generativa para preparar seus vendedores, gerando um aumento de cerca de R$ 15 milhões na receita vinda de novos clientes alcançados.

Mais eficiência sem substituir o trabalho humano

Diferente do medo comum, a IA não está eliminando empregos nessas empresas. Na Synvia, a equipe de tecnologia triplicou a produtividade, desenvolvendo sistemas complexos em tempo recorde.

No iFood, agentes de IA auxiliam desenvolvedores a identificar falhas, reduzindo prazos de duas semanas para apenas sete dias, sem a necessidade de aumentar o quadro de funcionários atuais.

A dificuldade de medir o sucesso financeiro da tecnologia

Oliver Jay, da OpenAI, afirma que não vale a pena gastar tempo tentando calcular o ROI, porque basta que um dos fluxos de trabalho seja automatizado para que a solução se pague rapidamente.

“Queremos que todas as pessoas usem IA, mas não vale a pena gastar muito tempo tentando calcular o ROI, porque basta que um dos fluxos de trabalho seja automatizado para que a solução se pague”, disse Jay.

A nova fase da inteligência artificial nos negócios

Especialistas indicam que estamos em um momento de destruição criativa. O foco agora é redesenhar processos inteiros para que a IA seja o centro da estratégia, e não apenas um acessório de apoio.

Empresas que integram a tecnologia à estratégia de negócios têm ganhos de receita até 7,2 vezes superiores, segundo a PwC, marcando o início de uma nova fase de lucratividade real no mercado brasileiro.

A fonte original desta notícia é o [Estadão] e você pode ler a matéria completa através deste link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo

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