A situação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro acaba de ganhar um novo capítulo decisivo dentro da Polícia Federal. Após meses de investigação interna, a corporação tomou uma medida drástica sobre o futuro profissional do político.
A decisão ocorre em um momento de forte tensão, com Eduardo residindo fora do Brasil e enfrentando diversas questões jurídicas. Agora, sua permanência nos quadros da segurança pública está oficialmente com os dias contados.
O desfecho do processo administrativo aponta para a perda definitiva do vínculo empregatício do filho do ex-presidente, conforme divulgado pelo Notícias ao Minuto Brasil.
Decisão da Polícia Federal marca o fim da carreira de Eduardo Bolsonaro na corporação
Para a Polícia Federal, o caso está encerrado e a recomendação é clara pela demissão. A medida foi tomada após a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar, o PAD, que analisou detalhadamente a conduta do ex-parlamentar.
O motivo da demissão por abandono de cargo
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro deveria ter se reapresentado para trabalhar como escrivão no Rio de Janeiro. Como ele não retornou ao posto após perder o mandato na Câmara, a PF entendeu que houve o crime de abandono de cargo.
O exílio nos Estados Unidos e a perda do mandato
O político reside nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e se declara um exilado político. Sua saída do Brasil aconteceu pouco antes da cassação do seu mandato de deputado federal, que foi oficializada em dezembro do ano passado.
Condenação no STF e devolução de equipamentos
Além da demissão, Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF a mais de quatro anos de reclusão por coação. A Corregedoria do Rio de Janeiro também já exigiu que ele entregue sua arma de fogo oficial e sua carteira funcional de escrivão.
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