O Festival de Parintins é muito mais que uma disputa entre bois, é um motor econômico vital para o Amazonas. Há três décadas, a Coca-Cola Brasil lidera o apoio a essa manifestação cultural única.

Com um novo investimento de R$ 3 milhões em 2024, a marca reforça seu compromisso com a preservação do patrimônio brasileiro. A parceria foi estendida até 2027, garantindo fôlego extra para a economia criativa local.

Além do espetáculo, a companhia desenvolve ações de sustentabilidade, acesso à água e empreendedorismo feminino em toda a região, conforme divulgado pelo Estadão.

Impacto econômico e social do Festival de Parintins

Os efeitos da festividade se estendem muito além dos três dias de apresentações no Bumbódromo, a preparação para a disputa entre os bois Caprichoso e Garantido impacta diferentes setores da economia local.

O poder da economia criativa na ilha

Segundo Gustavo Biscassi, vice-presidente da Coca-Cola Brasil, o evento movimenta turismo e comércio. “Estamos falando de artistas, artesãos, costureiras, cenógrafos, músicos, ambulantes e famílias”, destaca o executivo.

A valorização da cultura regional faz parte de uma estratégia de longo prazo da companhia na Amazônia, que busca contribuir para o desenvolvimento econômico por meio da geração de emprego e fortalecimento de cadeias locais.

Sustentabilidade e logística nos rios

Uma iniciativa inovadora é a Estação Preço de Fábrica Itinerante, uma embarcação que percorre o trajeto entre Manaus e Parintins. O objetivo é promover educação ambiental e mostrar que resíduos recicláveis possuem valor real.

O projeto Recicla, Galera também mobiliza torcedores em uma disputa sustentável. Desde 2022, mais de 27 toneladas de resíduos foram reaproveitadas, fortalecendo a renda de trabalhadores da reciclagem na região amazônica.

Segurança hídrica e agricultura familiar

A companhia também foca na segurança hídrica com o programa Água +Acesso. A iniciativa leva água potável para áreas rurais e ribeirinhas, beneficiando mais de 183 mil pessoas em todo o território nacional até o momento.

No campo, o programa Olhos da Floresta fortalece a cadeia produtiva do guaraná no Amazonas. Mais de 350 famílias recebem assistência técnica e incentivos para adotar práticas sustentáveis, elevando a renda da agricultura familiar.

Empreendedorismo feminino em destaque

O apoio ao empreendedorismo feminino é outra frente importante. Em Parintins, a feira Ecojóias capacita artesãs em técnicas de grafismo indígena e costura, impactando mais de mil mulheres desde o ano de 2023.

Katielle Haffner, diretora de Sustentabilidade, afirma que o desafio na região é a logística. “Queremos testar novos formatos de coleta e destinação, gerando aprendizados adaptados à realidade da região”, explica a diretora sobre o futuro.

A fonte original é a Estadão e você pode ler a matéria completa no link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.

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