A transparência é o alicerce que sustenta relações civis, evolui a sociedade e fomenta o desenvolvimento econômico. Sem confiança baseada em ética, legalidade e segurança, contratos e acordos perdem valor.
No universo corporativo, os contabilistas são celebrados em 25 de abril por sua atuação como guardiões da saúde financeira das empresas, assegurando a qualidade dos resultados e a veracidade das informações divulgadas.
Em debate recente organizado pelo Fibe e pela Fundação Getúlio Vargas, em Lisboa, ressaltou‑se a importância da convergência entre os setores público e privado, destacando a Norma 34 como ponte entre as duas esferas, conforme divulgado pelo Estadão.
Norma 34: um modelo de boas práticas de governança
O que estabelece a norma
A Norma 34, elaborada pelo Conselho Federal de Contabilidade, define um conjunto de procedimentos que orientam boas práticas de governança. Ela pode ser adotada pelo setor público, permitindo a implantação de sistemas unificados de custos e novas métricas de valorização patrimonial.
Impactos na gestão pública
Com a aplicação da Norma 34, a máquina estatal ganha ferramentas para melhorar a gestão orçamentária, reduzindo desvios e aumentando a confiabilidade das informações divulgadas aos investidores.
Benefícios para o mercado e investidores
A harmonização dos critérios contábeis entre público e privado simplifica a compreensão da gestão pública, facilitando o fluxo de informações e viabilizando novos investimentos privados em títulos emitidos por entes governamentais.
Desafios e perspectivas
O descumprimento de boas práticas contábeis ainda gera prejuízos a acionistas e investidores, comprometendo marcas e gerando perda de confiança. A adoção plena da Norma 34 pode reverter esse cenário, criando um ciclo virtuoso de credibilidade e crescimento.
Fonte original: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo







