O fim da escala 6×1 está ganhando força no Brasil. Uma pesquisa revela que 73% dos brasileiros apoiam a mudança para dois dias de folga por semana, sem perda de salário. O movimento promete mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
No Congresso, a proposta avança com apoio do governo Lula. Simon Cowell, magnata britânico, reforça a tendência global ao defender a semana de quatro dias, chamando o trabalho às sextas de inútil. Isso cria um gancho perfeito para o debate no Brasil.
Com a PEC em tramitação, milhões de trabalhadores podem ser beneficiados. A discussão envolve sindicatos, empresas e o público, que clama por menos exaustão e mais tempo em família, conforme divulgado pelo Estadão.
Fim da Escala 6×1: Proposta Ganha Apoio Popular e Político
A pesquisa da Nexus, ouvindo 2.021 brasileiros, mostra que 73% querem o fim da escala 6×1 sem redução salarial. Dos entrevistados, 62% conhecem o debate no Congresso. A aprovação deve ser gradual, mantendo regras atuais no primeiro ano.
No segundo ano, descansos sobem para dois por semana. A jornada máxima cai de 44 para 40 horas em 2027 e chega a 36 horas em 2031. 52% acreditam que o Congresso aprovará, contra 35% que duvidam.
Avanço no Senado e Câmara: Prioridade do Governo Lula para 2026
A PEC 148/2015 foi aprovada na CCJ do Senado e encaminhada na Câmara por Hugo Motta. O presidente Lula incluiu o fim da 6×1 nas prioridades para 2026, junto com regulação de apps e segurança pública.
Senadores governistas destacam que 38 milhões de CLTistas serão beneficiados. Empresas não poderão cortar salários para compensar folgas. O limite diário segue 8 horas, mas acordos podem ajustar para o teto de 36 horas semanais.
Mobilização Sindical e Resistência Empresarial
Centrais como CTB intensificam a luta, chamando de bandeira histórica. Adilson Araújo, presidente da CTB, defende que menos jornada aumenta produtividade e inovação. Setor empresarial alerta para riscos como queda no PIB e desemprego.
Debates na CNN Brasil mostram divisão: defensores citam exaustão e saúde mental; críticos temem inflação. No mundo, Islândia e Japão testaram com sucesso semanas curtas, reduzindo demissões em 57% na Grã-Bretanha.
Inspiração Global com Simon Cowell e Semana de 4 Dias
Simon Cowell, de 66 anos, parou de trabalhar às sextas. Ele diz: Não trabalhe às sextas, porque você não precisa. Pesquisa nos EUA confirma baixa presença em escritórios nesse dia, com queda de 20% a 35% na produtividade.
Empresas como Samsung adotam o modelo 100:80:100, com 100% do salário por 80% do tempo e mesma produção. No Brasil, o fim da 6×1 pode seguir essa tendência, melhorando retenção e bem-estar.
A fonte original é o Estadão e matérias relacionadas da Agência Brasil e Senado.







