A computação em nuvem tornou-se o pilar central das empresas, mas gerenciar infraestruturas complexas continua sendo um obstáculo. Com a necessidade de integrar sistemas legados e ferramentas modernas de tecnologia, a demanda por soluções que facilitem essa união cresce rapidamente, conforme divulgado pelo Estadão.

Para responder a esse cenário, a multinacional brasileira TOTVS anunciou uma nova estratégia de cloud, focada em oferecer infraestrutura como serviço (IaaS). A iniciativa permite que os clientes utilizem a nuvem da companhia não apenas para softwares próprios, mas para toda a carga de trabalho de TI.

Essa abordagem visa integrar sistemas de terceiros com facilidade, mantendo uma baixa latência e uma experiência simplificada. O objetivo é consolidar a TOTVS como uma parceira estratégica de longo prazo para as organizações que buscam modernização digital.

Flexibilidade e gestão simplificada para ambientes complexos

Muitas empresas operam hoje com modelos híbridos, que misturam servidores locais e serviços em nuvem. Para lidar com essa complexidade, a nova oferta da TOTVS utiliza uma proposta agnóstica, capaz de integrar diferentes arquiteturas sem prender o cliente a um único fornecedor.

O diferencial está na plataforma T-Cloud, que atua como uma camada de abstração. Em vez de lidar com dificuldades técnicas, o cliente utiliza essa interface centralizada para orquestrar toda a infraestrutura, garantindo maior previsibilidade de custos e governança operacional.

Suporte total para cargas de trabalho variadas

A nova oferta de IaaS foi desenhada para suportar 100% dos workloads corporativos. Segundo a empresa, a solução surgiu da necessidade dos próprios usuários, que já operavam seus sistemas de gestão (ERPs) na nuvem da TOTVS e desejavam migrar também as aplicações conectadas a eles.

A inteligência artificial como centro da estratégia

Mais do que apenas hospedar dados, a infraestrutura da TOTVS serve como base para a inteligência artificial. A companhia integra sua nuvem ao LYNN, um modelo fundacional focado em contextos corporativos, garantindo segurança e domínio técnico para as operações dos clientes.

Automação com agentes de IA

O LYNN permite a criação de agentes autônomos capazes de realizar tarefas complexas com segurança. O CEO da TOTVS, Dennis Herszkowicz, ressalta que essa infraestrutura otimizada é essencial para sustentar a próxima geração de aplicações inteligentes no mercado.

Inovação focada no negócio do cliente

A estratégia vai além da redução de custos operacionais, posicionando a infraestrutura como um motor de inovação. A intenção é que as empresas foquem em seu core business enquanto a TOTVS cuida da complexidade tecnológica, acelerando a jornada digital de ponta a ponta.

A fonte original da notícia é o Estadão, disponível em https://www.estadao.com.br/economia/totvs-aposta-em-nova-oferta-de-nuvem-para-acelerar-era-da-ia-nas-empresas/.

You May Also Like
Mercosul-UE: acordo ganha urgência no Senado e vai direto ao plenário, sem passar por comissão

Mercosul-UE: acordo ganha urgência no Senado e vai direto ao plenário, sem passar por comissão

Ursula von der Leyen e Lula celebram acordo UE-Mercosul 1:37 A presidente…
Master contratou mulher e filho de desembargador para receber precatórios expedidos antes da hora

Advogada do Banco Master que pagou viagem de Nunes Marques contrata Wesley Safadão para festa da filha e ganha contrato para liberar precatórios de R$ 1,6 bilhão

Descubra como a familia do desembargador Newton Ramos entrou na disputa de precatórios do Banco Master e os desdobramentos judiciais
Estados divergem sobre diesel; SP resiste a perda no ICMS e vê subvenção com reservas; leia bastidor

Estados divergem sobre diesel; SP resiste a perda no ICMS e vê subvenção com reservas; leia bastidor

Agronegócio precisa olhar para o mercado de tecnologia para inovar, diz Marcos…
STF começa a julgar nesta quarta modelo de distribuição de royalties de petróleo

STF inicia julgamento bilionário que pode mudar a distribuição dos royalties do petróleo em todo o Brasil e afetar estados produtores como o RJ

Corte suprema avalia a validade de lei de 2012 que altera o repasse de recursos da exploração de petróleo e promete redefinir o equilíbrio federativo