Os mercados financeiros reagiram de forma acirrada nesta sexta-feira após os Estados Unidos anunciarem a prorrogação das sanções contra o petróleo russo por mais um mês. Ao mesmo tempo, a reabertura do Estreito de Ormuz, anunciada pelo Irã, provocou forte queda nos preços do barril.

Com a continuação das restrições, o preço do petróleo e gás disparou, enquanto as principais bolsas operavam em queda. A combinação de tensão geopolítica e políticas de sanções está mexendo na economia mundial, conforme divulgado pelo Estadão.

Abaixo, detalhamos os principais pontos da decisão americana e suas consequências para investidores e consumidores.

Sanções americanas contra o petróleo russo são prorrogadas até 16 de maio

Extensão das medidas

O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou que todas as operações relacionadas ao embarque e à entrega de petróleo proveniente da Rússia permanecem vetadas até 16 de maio. A medida também abrange os navios da chamada frota fantasma, que já estavam sujeitos a sanções.

Impacto no mercado de energia

Com a suspensão temporária das sanções sobre o petróleo armazenado no mar encerrada, o preço do petróleo e gás voltou a subir rapidamente. A alta reflete a preocupação dos investidores com a redução de oferta e o risco de novos conflitos na região do Oriente Médio.

Sanções contra Irã, Coreia do Norte e outras regiões permanecem

Além da Rússia, permanecem em vigor as restrições sobre transações envolvendo Irã, Coreia do Norte, Cuba e as áreas da Ucrânia ocupadas por Moscou, inclusive a Crimeia. O objetivo dos EUA é limitar a receita dos governos de Moscou e Teerã.

Posição do secretário do Tesouro

Scott Bessent, secretário do Tesouro americano, reiterou que a interrupção temporária das sanções ao petróleo russo armazenado no mar não seria estendida além do período inicialmente definido, reforçando a política de pressão sobre Moscou.

Para mais detalhes, consulte a matéria original no Estadão: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.

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