O setor agropecuário brasileiro ganha um novo fôlego com o anúncio de investimentos pesados em tecnologia e infraestrutura. O foco central das atenções é a inauguração de uma moderna planta industrial no Paraná.
A empresa GFS revelou um aporte robusto para ampliar drasticamente sua capacidade produtiva de aditivos. A novidade promete reduzir custos significativos para os produtores de diversas proteínas animais.
O avanço tecnológico busca a melhor absorção de minerais essenciais para os rebanhos e foca em novos mercados internacionais, conforme divulgado pelo Estadão.
Inovação em nutrição animal reduz custos de produção no campo
A GFS, empresa de tecnologia para nutrição animal, investiu R$ 55 milhões em uma unidade em Apucarana, no Paraná. A fábrica deve ser inaugurada em setembro e elevará a capacidade produtiva para 4,5 mil toneladas mensais.
O principal produto é um otimizador de cálcio e fósforo que possui patente no Brasil. Segundo Luis Gelinski, sócio e CFO da GFS, “A economia pode ser de R$ 20 a R$ 30 por tonelada de ração”, o que atrai criadores.
Com um crescimento médio de 87% ao ano, a companhia foca na eficiência. O aditivo melhora o aproveitamento dos minerais pelo animal e reduz a necessidade do uso de fosfato na mistura da ração final.
Expansão para suínos e bovinos e foco no mercado externo
Atualmente, a avicultura domina 90% dos negócios da empresa, mas o cenário está mudando. Em 2024, a GFS começou a atender o segmento de suínos, com expectativa de crescimento acelerado para os próximos anos.
Para o setor de bovinos, a empresa já realiza testes de um novo produto com lançamento previsto para 2026. A estratégia é diversificar a atuação dentro das diversas cadeias de proteína animal no mercado brasileiro.
No comércio exterior, a GFS busca registros nos Estados Unidos e na China. A expectativa é que essas exportações ajudem a companhia a atingir uma receita próxima de R$ 200 milhões até o ano de 2027.
Nutripura e Agrovale aceleram planos de crescimento
Outra gigante da nutrição animal, a Nutripura, planeja dobrar de tamanho até 2032. O foco está na expansão para estados como Mato Grosso do Sul, onde pretende adicionar R$ 100 milhões em faturamento nos próximos seis anos.
A Agrovale também anunciou o fechamento de um financiamento de R$ 200 milhões para recuperar áreas e ampliar a irrigação. A meta é elevar a produção em 223% comparado aos sistemas convencionais usados na região.
Juliana Alves, superintendente da Agrovale, afirma que “O projeto deve elevar em 223% a produção em relação aos sistemas convencionais de irrigação usados na região, com receita projetada de R$ 1,3 bilhão”.
A fonte original é a Estadão e você pode conferir a matéria completa através deste link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.







