O presidente Lula está adotando um discurso antissistema para sua campanha de reeleição em 2026, mesmo ocupando o poder e enfrentando acusações de corrupção contra si e o PT. Essa estratégia ganha destaque com o escândalo do Banco Master, que expõe falhas no sistema financeiro.
Analistas apontam que Lula quer atrair eleitores descontentes com as instituições, similar ao que fez a extrema-direita no passado. No entanto, seu histórico no poder levanta questionamentos sobre a autenticidade dessa narrativa.
Enquanto isso, o caso Master envolve investidores e reguladores, com o CEO da XP defendendo a proteção aos clientes. Entenda os detalhes dessa movimentação política e financeira, conforme divulgado pelo Estadão.
XP Garante que Clientes Não Perderam com CDBs do Banco Master
O CEO da XP, Thiago Maffra, afirmou que 99,9% dos clientes que investiram em CDBs do Banco Master estão cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). “Não perderam dinheiro, ao contrário, podem ter obtido retorno”, disse ele em teleconferência de resultados nesta quinta-feira, 12.
A XP não recomendou investimentos no Master devido ao risco, mas distribui papéis de bancos médios que considera bons. Maffra destacou que grandes bancos não oferecem esses produtos.
Preocupação com Irregularidades e Mudanças Regulatórias
Maffra expressou “profunda preocupação” com as irregularidades no Banco Master. A XP, via associações como ABBC e Febraban, apoia melhorias estruturais para evitar repetições.
“O Banco Central avança na direção correta, mas ajustes são necessários com responsabilidade”, alertou. Ele pediu cuidado para não reverter progressos em competição e acesso a serviços financeiros, evitando concentração bancária excessiva.
Resultados Financeiros da XP Impulsionam Confiança
A XP reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,33 bilhão no quarto trimestre de 2025, alta de 10% em 12 meses. A receita bruta foi de R$ 5,239 bilhões, crescimento de 12% ante 2024.
No ano, receita bruta chegou a R$ 19,5 bilhões, +8%, e lucro a R$ 5,2 bilhões, +15%. O avanço reflete diversificação no varejo e aceleração no banco de atacado.
A fonte original é o Estadão e você pode ler a matéria completa aqui.







