O governo federal já devolveu quase R$ 2,82 bilhões para aposentados e pensionistas do INSS que tiveram descontos irregulares de mensalidades cobradas por associações, sindicatos e entidades de classe direto no benefício previdenciário.

Como funciona esse ressarcimento

Até 26 de dezembro, mais de 4,1 milhões de pedidos de contestação foram atendidos pelo INSS, dentro de um total de mais de 6,3 milhões abertos. Isso mostra que uma grande parte dos beneficiários questionou descontos que não reconheciam ou não autorizaram.

O canal mais usado para fazer essas contestações foi o aplicativo e site Meu INSS, responsável por mais de 54% dos pedidos. Outros canais importantes foram a central telefônica 135 e agências dos Correios, que também oferecem atendimento gratuito para quem precisa contestar os descontos.

Prazo estendido para contestar

Quem ainda tem descontos desconhecidos no benefício pode contestar até 14 de fevereiro de 2026. A adesão ao acordo de ressarcimento evita processos judiciais e cobre descontos feitos entre março de 2020 e março de 2025.

Passo a passo para contestar descontos

  1. Acesse o Meu INSS pelo aplicativo ou site, com sua conta Gov.br;
  2. Na área de serviços, escolha “Consultar Descontos de Entidades Associativas”;
  3. Se não reconheceu o desconto, clique em “Não autorizei o desconto” para registrar sua contestação;
  4. A entidade terá até 15 dias úteis para responder, caso contrário, você poderá aderir ao acordo de ressarcimento;
  5. Alternativamente, você pode usar a central 135 ou ir a uma agência dos Correios para contestar.

O que essa notícia significa para você?

Se você é aposentado, pensionista ou conhece alguém nessa situação, vale a pena conferir seus extratos e benefícios para evitar descontos indevidos. É uma oportunidade real de recuperar dinheiro direto no bolso sem complicação judicial.

Além disso, o caso mostra a importância de fiscalizar e questionar cobranças suspeitas, algo comum em pequenos negócios e associações no Brasil. Fique atento e use os canais oficiais para garantir seus direitos.

Fontes: Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

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