A economia da influência deixou de ser apenas um fenômeno das redes sociais para se consolidar como uma ferramenta estratégica fundamental na comunicação de grandes marcas brasileiras atualmente.

O mercado agora exige muito mais do que números de seguidores, focando em autenticidade, segurança e conexões reais com comunidades digitais que buscam conteúdo de qualidade e relevância.

Nesse cenário de amadurecimento, São Paulo se prepara para sediar um dos maiores encontros do setor, com foco em tendências e resultados, conforme divulgado pelo Estadão.

O futuro da economia da influência em pauta no Expo Center Norte

O Influent Summit 2026 chega à sua quarta edição no Expo Center Norte, nos dias 24 e 25 de junho, com a expectativa de reunir mais de 10 mil participantes e 250 palestrantes renomados.

O evento busca conectar os principais nomes da economia da influência, incluindo marcas, agências e criadores, para discutir tendências como inteligência artificial, games, streaming e música.

Segundo Giulliano Ribeiro, fundador do summit, o objetivo é criar um ambiente onde líderes possam gerar novos negócios e impulsionar a próxima geração da economia criativa na América Latina.

Profissionalização e novos critérios no mercado digital

O mercado atual exige novos critérios de avaliação, onde apenas o alcance e o engajamento não são mais suficientes. Atributos como credibilidade e segurança de marca tornaram-se essenciais.

Para as empresas, cresce a importância da coerência de contexto e da capacidade de mensuração real, garantindo que as parcerias com influenciadores gerem conexões legítimas com o público-alvo.

A profissionalização do setor é o caminho para que criadores e marcas construam reputações sólidas, baseadas em governança e em uma entrega que vá além da simples exposição de produtos nas redes.

O papel dos publishers e a chegada dos newsfluencers

O Estadão participa do encontro com o Estadão Blue Studio Influency, debatendo como veículos de comunicação tradicionais podem atuar como agentes estratégicos em uma economia criativa mais madura.

Caio Fochetto, do Estadão, destaca: “Nossa proposta é apresentar aprendizados do primeiro ano do EBS Influency, passando por temas como credibilidade como diferencial competitivo, além de novos desafios”.

Outro destaque são os newsfluencers, criadores que traduzem notícias para suas comunidades. Essa dinâmica amplia o alcance da informação, mas exige responsabilidade redobrada com a checagem dos fatos.

O bilionário potencial da creator economy no Brasil

Dados da Goldman Sachs Research indicam que a economia criativa pode atingir US$ 480 bilhões até 2027, impulsionada por vídeos curtos e novas formas de consumo de entretenimento e informação digital.

O Brasil se destaca como um dos mercados mais ativos do mundo, com audiências exigentes que buscam relações consistentes e são menos impactadas por formatos de publicidade considerados tradicionais.

Eventos como o Influent Summit funcionam como pontos de encontro essenciais para discutir a maturidade do setor, oferecendo capacitação para criadores e estratégias mais seguras para grandes agências.

A fonte original desta notícia é o Estadão, e você pode ler a matéria completa através do link original em: Estadão | Economia Criativa ganha novo palco em São Paulo.

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