O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC‑Br) subiu 0,60% em fevereiro na comparação com janeiro, segundo dados divulgados na quinta‑feira, 16. O resultado ficou alinhado com as projeções da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para a mesma variação.
Apesar do leve avanço, economistas alertam que o IBC‑Br, tradicionalmente usado como prévia do Produto Interno Bruto (PIB), pode estar perdendo relevância como indicador de popularidade política. O debate ganhou novo fôlego com o Projeto de Lei da deputada Tabata Amaral, que propõe medir a satisfação de vida dos brasileiros.
Esta mudança de foco reflete uma tendência global de buscar indicadores que capturem o bem‑estar da população, indo além do mero crescimento econômico, conforme divulgado pelo Estadão.
Detalhes do desempenho do IBC‑Br em fevereiro
Componentes que impulsionaram o índice
O IBC‑Br ex‑agropecuária, que exclui os efeitos do setor da conta, avançou 0,61%, enquanto o indicador próprio da agropecuária subiu 0,23% após uma queda de 1,32% em janeiro. Já o índice de serviços cresceu 0,29% e o da indústria registrou alta de 1,18%.
Comparação interanual
Em relação a fevereiro de 2025, o IBC‑Br total reduziu 0,27% na série sem ajuste sazonal, abaixo da mediana das projeções, que estimavam alta de 0,05%. O setor ex‑agropecuária ficou estável, enquanto a agropecuária teve queda de 1,31%.
Impacto sobre a opinião pública
Especialistas sugerem que indicadores de bem‑estar, como o proposto por Tabata Amaral, podem oferecer uma leitura mais fiel da satisfação da população, reduzindo a influência do PIB nas avaliações de popularidade dos governantes.
A fonte original é a Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.







