O Fundo Monetário Internacional divulgou suas projeções econômicas para os próximos anos, mostrando que o Brasil deve crescer 1,9% neste ano e 2% no próximo, com pequenas oscilações nos demais períodos. O país registrou avanço de 2,3% em 2023, mantendo a tendência de crescimento abaixo da média das economias emergentes.

Segundo o FMI, a China e a Índia continuarão liderando a expansão das economias emergentes, com taxas de crescimento projetadas em torno de 4,4% e 6,5% respectivamente. Essa dinâmica traz desafios para o Brasil, que precisa melhorar seus índices de investimento e gestão fiscal para fechar a diferença.

As projeções incluem ainda a expectativa de que economias avançadas cresçam entre 1,7% e 1,8% nos próximos dois anos, enquanto a África Subsaariana deve registrar avanços acima de 4% ao ano. Todas as informações foram extraídas do relatório publicado pelo Estadão.

Perspectivas de crescimento do Brasil segundo o FMI

O FMI indica que o crescimento brasileiro ficará abaixo da média das economias emergentes, que devem alcançar 3,9% em 2026 e 4,2% em 2027. O baixo investimento produtivo, que gira em torno de 18% do PIB, é apontado como principal limitador.

Comparativo com outras regiões

Na América Latina e Caribe, as projeções são de 2,3% em 2024 e 2,7% em 2025. Já na África Subsaariana, os números são de 4,3% e 4,4% nos mesmos períodos, indicando um ritmo mais acelerado que o brasileiro.

Desempenho das grandes potências emergentes

A China deve registrar crescimento de 4,4% em 2024 e 4% em 2025, enquanto a Índia tem estimativas de 6,5% em ambos os anos, reforçando seu papel de motor global.

Desafios internos do Brasil

Investimento produtivo limitado, gestão deficiente das contas públicas e juros elevados dificultam a expansão privada. A falta de planos claros e a insegurança econômica reduzem a atratividade de investimentos em máquinas e equipamentos.

A fonte original da matéria é a Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo.

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