Olha só Cubatão nessa enrascada… o prefeito César Nascimento já tá em Brasília batendo na porta do governo federal, pedindo um help urgente porque duas fábricas petroquímicas pararam tudo de uma vez. Unigel e Yara Brasil Fertilizantes, que rolavam há décadas por lá, jogaram pros ares uns empregos e a grana que entrava pro caixa da cidade. Imagina depender disso tudo e de repente pum, fecha.

O que rolou em Cubatão?

A Unigel desligou a produção de estireno e tolueno depois de tipo uns 70 anos funcionando. Crise mundial, excesso de produto petroquímico barato vindo da China principalmente… a empresa tá nessa de recuperação judicial, dívida na casa dos bilhões, uns 5 ou mais, vai concentrar no Guarujá e fecha outra em São José dos Campos também. Perdeu umas 100 vagas diretas e indiretas, sei lá o número exato.

Yara parou as dela em fevereiro mesmo, faz tempo. Cubatão que era o polo mais poluído do planeta nos anos 80 segundo a ONU, perdeu o brilho todo: de 12 mil empregos em petroquímica pra uns 3 mil agora. Usiminas já tinha parado os altos-fornos em 2016, levou embora 15 mil vagas junto… uma atrás da outra.

Por trás dos fechamentos: importações e dumping

O problema mesmo é essa política de tarifa frouxa pros fertilizantes e químicos que vêm de fora. Brasil faz só uns 6 milhões de toneladas por ano mas gasta 41 milhões, importa o resto – e muitas vezes com dumping, chineses jogando preço baixo pra dominar tudo. Prefeito quer mudar isso, pedir defesa comercial pro vice Alckmin.

Alckmin admitiu que a petroquímica nossa tá sem competitividade… governo trouxe de volta o Reiq e inventou o Presiq com R$ 10 bi em incentivo até 2031 mais ou menos, mas o pessoal do agro tá reclamando que fertilizante vai ficar caro pra caramba. Vai entender.

Lições para empreendedores e pequenos negócios

Se tu é empreendedor na Baixada ou qualquer polo industrial assim, isso é sinal de alerta total. Depender de um setor só é cilada na certa… aqui vão umas ideias práticas, do que eu acho que rola.

  • Diversifica logo: Não bota tudo num ovo só. Vai em serviço digital, e-commerce ou delivery pros trabalhadores da região, tipo aqueles apps que entregam comida rápido.
  • Fica ligado nas políticas: Mudança de tarifa mexe com fornecedor e cliente. Site do MDIC ajuda nisso, é bem útil pra checar.
  • Renda extra na net: Desemprego crescendo, faz infoproduto sobre mudar de industrial pra digital. Hotmart paga legal, já vi uns conhecidos faturando assim sem sair de casa.
  • Networking por aqui: Entra no Condesb ou coisa parecida pra fazer lobby junto por incentivo fiscal, tipo coletivo né.

Eu penso que tem brecha boa: fábricas grandes fechando mas neguinho pequeno e ágil cresce. Cubatão vira hub de logística ou tech pro agro, usando o porto de Santos que tá ali do lado… quem sabe, tipo uns galpões pra drone ou algo assim, vaguei agora.

E agora, o que muda para você?

Pra quem quer independência financeira de verdade, reforça que emprego instável em indústria frágil é furada. Empreende online, mercado global sem tariffa atrapalhando. Prefeito em Brasília, a gente torce pra dar certo mas… o que vai rolar mesmo? Adaptação rápida é o nome do jogo. Fonte: Agência Brasil. Sei lá se resolve tudo.

Fonte: Agência Brasil

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