Um levantamento recente trouxe à tona a competitividade das eleições presidenciais de 2026. A pesquisa aponta que o cenário para o segundo turno permanece indefinido, com uma disputa acirrada entre as principais figuras políticas do país.
O senador Flávio Bolsonaro aparece em empate técnico com o presidente Lula, refletindo uma polarização que ainda dita o ritmo da corrida eleitoral. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas realizadas em todo o território nacional.
A consulta pública foi conduzida pelo instituto Meio Ideia e, conforme divulgado pelo Notícias ao Minuto Brasil, o levantamento ouviu 1.500 eleitores brasileiros entre os dias 1 e 5 de novembro de 2024.
Disputa presidencial e intenção de voto
No confronto direto, Flávio Bolsonaro alcança 45,3%, enquanto Lula marca 44,7%. Como a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados, sendo o segundo mês consecutivo com esse resultado.
Além disso, o levantamento mostra que a fidelidade do eleitorado de Flávio Bolsonaro aumentou, com uma queda no índice daqueles que poderiam mudar o voto. Já no campo de Lula, o comportamento dos eleitores permaneceu estável.
Outros cenários do segundo turno
Quando o adversário de Lula é Ronaldo Caiado, o atual presidente registra 44,7% contra 40% do ex-governador. Em um cenário contra Romeu Zema, Lula marca 44% diante de 39% do político mineiro, mantendo vantagem numérica.
Primeiro turno e preferência espontânea
No cenário estimulado para o primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Na pergunta espontânea, onde não são apresentados nomes, Lula atinge 33,4% e Flávio 20%.
Avaliação do governo e temas sociais
A gestão atual enfrenta obstáculos, com 46,3% dos entrevistados classificando o governo como ruim ou péssimo. Apenas 31,5% consideram o trabalho de Lula como ótimo ou bom, enquanto 53% dos consultados reprovam a condução do presidente.
A pesquisa também abordou temas de impacto social. Sobre as apostas online, 59% dos brasileiros culpam essas plataformas pelo endividamento familiar. Além disso, 73,7% da população se diz favorável ao fim da escala de trabalho 6×1.
A fonte original é a Notícias ao Minuto Brasil – Política.








