A Apple acaba de encerrar seu ciclo fiscal de 2026 com números que impressionaram o mercado financeiro global. O período foi marcado por lançamentos estratégicos que consolidaram a liderança da empresa.
Com o sucesso do novo iPhone Duo e a expansão da linha de produtos para casa, a gigante de tecnologia registrou crescimentos de dois dígitos tanto em lucro quanto em receita, superando as projeções.
O resultado financeiro reflete a força da marca em mercados chave, especialmente na China, consolidando o que o comando da empresa chamou de momento histórico, conforme divulgado pelo Estadão.
O desempenho financeiro e o melhor ano fiscal da história
A companhia registrou um lucro líquido de US$ 30,711 bilhões no quarto trimestre fiscal de 2026. Esse valor representa uma alta de 11,8% em relação aos US$ 27,466 bilhões registrados no mesmo período de 2025.
O lucro diluído por ação avançou para US$ 2,10, ficando bem acima dos US$ 1,99 que eram esperados pelos analistas do mercado. A receita total somou US$ 114,477 bilhões, um crescimento expressivo de 11,7% no ano.
Em comunicado oficial, o CEO John Ternus celebrou os dados e afirmou que o resultado encerra o melhor ano fiscal da história da companhia, que teve o faturamento anual totalizando US$ 478,834 bilhões em 2026.
Sucesso do iPhone Duo e recorde em serviços
O faturamento com a linha de smartphones atingiu US$ 57,583 bilhões, um avanço de 17,5% na comparação anual. Este é um recorde absoluto para um trimestre encerrado em setembro, impulsionado pelo iPhone Duo.
Além do hardware, a divisão de serviços da Apple também brilhou, alcançando uma receita recorde de US$ 31,573 bilhões. As vendas de computadores Mac cresceram 23,7%, somando US$ 10,792 bilhões no período.
Por outro lado, as vendas de iPads registraram queda de 10,4%, totalizando US$ 6,229 bilhões. A categoria de dispositivos vestíveis, como Apple Watch e acessórios para casa, também recuou 7,9%, fechando em US$ 8,3 bilhões.
Expansão no mercado da China e Américas
A receita na Grande China deu um salto de 21%, chegando a US$ 17,539 bilhões. Nas Américas, o crescimento foi de 10,2%, totalizando US$ 48,680 bilhões, enquanto na Europa a alta foi de 11,5%, com US$ 32,008 bilhões.
A margem bruta da empresa ficou em 47,9%, um patamar elevado que foi beneficiado por restituições de tarifas de importação. Esses reembolsos ajudaram a elevar o lucro por ação em cerca de US$ 0,05 no trimestre.
A Apple também anunciou o pagamento de dividendos de US$ 0,27 por ação para novembro. Durante o trimestre, a empresa gerou US$ 28 bilhões em caixa operacional, devolvendo o mesmo montante integralmente aos seus acionistas.
Reação do mercado em Wall Street
Após a divulgação do balanço, as ações da Apple operaram de forma volátil em Wall Street. No pregão pós, fechamento em Nova York, os papéis oscilaram entre perdas e ganhos, refletindo a cautela de alguns investidores.
Apesar da oscilação inicial, o sentimento geral é de otimismo devido ao crescimento robusto em áreas estratégicas. O melhor ano fiscal da história da Apple reforça a capacidade de inovação da empresa diante de desafios globais.
A fonte original desta notícia é o Estadão, e você pode conferir os detalhes completos na matéria original em Estadão | Apple supera projeções.






