Depois de tanto tempo esperando, tipo uns 25 anos de negociação, o Mercosul e a União Europeia fecharam esse acordo de livre comércio… a UE deu o ok nessa sexta aí, dia 9. As entidades daqui, CNI, Fiesp e tal, tão pulando de alegria – e olha, faz sentido mesmo, porque agora abre um monte de porta pra exportar, puxar investimento, deixar a gente mais competitivo nos negócios cotidianos. Eu tava lendo sobre isso ontem à noite, no celular mesmo, e pensei: caramba, isso muda tudo um pouco.
O que muda na prática pro Brasil?
A CNI soltou uns dados que em 2024 a Europa comprou tipo 14% das nossas exportações, algo assim… pra cada bilhão de real que vai pra lá, rolam uns 20 mil empregos, talvez 22 mil, e salário na casa dos 400 e poucos milhões. O presidente deles, Ricardo Alban, falou que isso pavimenta o caminho pra assinar logo e trazer comércio de verdade, investimentos reais. Ah, e abre pro Leste Europeu também – Polônia, Tcheca, nesses lugares, pra indústria e tecnologia… não sei se tu lembra, mas eu viajei pra Polônia uma vez, anos atrás, e vi que o povo lá tá crescendo rápido em manufatura.
Setores que ganham destaque
- Indústria Química (Abiquim): Mercado enorme na mira, investimentos em bioeconomia, energia limpa… chance de escalar na cadeia global, com esse papo de ESG que todo mundo tá nessa agora, né? Tipo, sustentável ou nada.
- Eletroeletrônica (Abinee): As exportações podem dar um salto de 25% ou quem sabe 30% em médio prazo, diversificar fornecedor… eu acho que eletrônicos brasileiros têm potencial, mas falta empurrão.
- Indústria geral (Fiesp, Firjan, Fiemg): Fiesp avisa que não é perfeito – muda o jogo no comércio mesmo assim. Firjan aposta em PIB industrial crescendo, Fiemg cutuca os setores sensíveis de Minas, que já mandam uns 30 bi de dólar pra UE… aliás, Minas é forte nisso, ferro, café, essas coisas que a gente exporta sem pensar.
- Agricultura (Faesp): Diversifica bem, mas tem que ficar de olho em proteção, tipo leite em pó que pode complicar.
Confira mais no site da CNI e página oficial da UE. Vale dar uma olhada, tem gráfico legal lá.
Como isso impacta seu negócio pequeno ou médio?
Pra quem é empreendedor aqui no Brasil, vendendo online ou querendo faturar exportando como renda extra, isso é uma janela aberta… tarifas menores deixam teu produto mais em conta na Europa, atrai comprador europeu. Mas ó, não é só curtição: a concorrência deles vai chegar forte, então capricha no preço baixo, na sustentabilidade – diferencia aí. Semana passada vi um cara no Instagram que exporta artesanato pro exterior, disse que tarifazinha mata o negócio…
Dicas práticas pra você começar:
- Checa se teu produto tem demanda na UE, usa Google Trends ou esse Access2Markets da UE – é de graça e ajuda muito.
- Capricha em certificação ESG, qualidade top pra não ficar pra trás dos europeus… senão vira poeira.
- Procura federação local pra treinar em exportação, parceria é chave.
- Fica de olho na assinatura final, ajusta tua cadeia de suprimento – talvez precise de fornecedor novo, sei lá.
Enfim, pode dar um gás na economia daqui, ajudar quem quer independência exportando… mas age rápido, inova na produtividade, observa as brechas. O que tu acha disso tudo? Vai arriscar na Europa ou foca no Brasil mesmo…? Não sei se vai rolar logo, mas…
Fonte: Agência Brasil





