O mercado de energia brasileiro está prestes a presenciar uma movimentação de peso. A Origem Energia, gigante do setor de gás natural, pode mudar de mãos em breve ou estrear na Bolsa de Valores.
A Prisma Capital, que detém quase a totalidade das ações da companhia, já iniciou os estudos para uma possível venda estratégica ou abertura de capital. O processo atrai olhares de grandes investidores globais.
Com projetos ambiciosos em andamento e resultados financeiros em alta, a empresa busca consolidar sua posição no cenário nacional, conforme divulgado pelo Estadão.
O futuro da Origem Energia e os planos de expansão
A Origem Energia atravessa um momento de transformação acelerada, com foco total na geração de valor. O plano principal envolve a saída total ou parcial do fundo Prisma Capital do negócio.
Para conduzir essa transição, o Bradesco BBI foi escalado como assessor financeiro. O objetivo é testar o apetite de gigantes como a Âmbar Energia e a Eneva, além de investidores estrangeiros de peso.
A movimentação deve ganhar tração no segundo semestre de 2026, com a possibilidade de um IPO em 2027. Investidores em Nova York e Londres já começam a ser consultados sobre o potencial da companhia brasileira.
Investimentos em termelétricas e crescimento operacional
Atualmente, a companhia trabalha na construção de sete usinas termelétricas, frutos de contratos conquistados em leilões de reserva. Essas unidades somam uma capacidade instalada de 370 megawatts.
A expectativa é que essas usinas comecem a operar entre 2028 e 2029, o que deve impulsionar significativamente a receita. Esse avanço é visto como um pilar essencial para atrair novos compradores.
Resultados financeiros e projeções para o futuro
Em 2025, a Origem Energia registrou um Ebitda de R$ 746,7 milhões, um salto expressivo de 55% sobre o ano anterior. Esse desempenho sólido reforça a tese de investimento da Prisma Capital no setor.
Fontes indicam que o resultado operacional pode mais do que dobrar em três anos. A projeção é alcançar até US$ 600 milhões em 2029, consolidando a empresa como uma potência no setor de gás e energia.
Estratégia de logística e armazenamento de gás
Além da geração, a empresa investe em reservatórios para estocagem de gás natural, garantindo maior segurança no fornecimento. A conexão com a Transportadora Associada de Gás (TAG) amplia seu alcance.
A infraestrutura própria, que inclui um terminal portuário em Maceió, coloca a companhia em posição de destaque. Essa integração logística é um dos grandes diferenciais competitivos avaliados pelo mercado.
A fonte original desta matéria é o Estadão e você pode ler o conteúdo completo clicando no link: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo







