O ministro Alexandre de Moraes, do STF, liberou a visita do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão da Papudinha. A decisão saiu nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, atendendo pedido da defesa.
O encontro está marcado para 25 de fevereiro, das 8h às 10h, no 19º Batalhão da PMDF, em Brasília. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.
Essa autorização ocorre em meio a movimentações políticas. Derrite, ex-secretário de Segurança de SP e relator do PL Antifacção, é cotado para o Senado. Conforme divulgado pelo G1.
Quem é Guilherme Derrite e por que a visita importa
Guilherme Derrite é deputado federal pelo PP de São Paulo. Ele foi secretário de Segurança Pública no estado e agora relata o PL Antifacção na Câmara.
O projeto endurece penas contra facções criminosas. Aprovado na Câmara em novembro de 2025, segue para o Senado. A visita pode envolver debates sobre segurança e eleições.
Derrite é visto como forte nome para o Senado em 2026. O papo com Bolsonaro reforça laços no campo conservador.
Contexto da prisão de Bolsonaro na Papudinha
Bolsonaro está detido desde novembro de 2025. Transferido para a Papudinha em 15 de janeiro, ele fica em cela reservada, sem contato com outros presos.
A unidade é parte do Complexo da Papuda. Visitas seguem regras rígidas do STF, com horários fixos e sem contato físico.
Recentemente, Moraes autorizou visitas de senadores como Bruno Bonetti e Carlos Portinho, além de deputados Nikolas Ferreira e Ubiratan Sanderson.
Outros pedidos de visita pendentes
A defesa de Bolsonaro pediu liberação para mais nomes. Estão na fila deputados Marco Feliciano (PL-SP) e Bia Kicis (PL-DF).
Também aguardam o secretário de Ciência e Tecnologia do RJ, Anderson de Moraes, e o ex-secretário José Vicente Santini. Decisões ainda não saíram.
Essas autorizações mostram controle do STF sobre acessos ao ex-presidente. A fonte original é a Notícias ao Minuto Brasil – Política, com link para a matéria original: aqui.








