no Rio, 2026 vai ser osso pra quem tem lojinha de rua… tipo 26 feriados municipais, além dos nacionais e esse Dia de São Jorge estadual, somando tudo deve bater mais de 2 bilhões perdidos no varejo daqui, segundo o SindilojasRio – nem lembro direito se é exatamente isso, mas é uma bomba mesmo.
Os números que doem no bolso
Faturação mensal no comércio do estado gira uns 1,4 bi, e na cidade do Rio metade disso, tipo 700 mi… mas quando feriado cai numa terça, por exemplo, aí o povo faz ponte, enforcamento de folga, loja fecha, rua vira deserto.
Domingos já são 50 e poucos no ano, muita loja de bairro nem rola abrir, né?
Aí soma Copa do Mundo bagunçando tudo – lembrei agora, vai ser no meio do ano, famílias viajam pro interior ou ficam em casa vendo jogo em vez de comprar roupa nova. Eleições também freiam, todo mundo tenso com política, compra só o essencial… tipo na Saara lá, meu conhecido que vende eletrônicos já tá reclamando que ano passado foi assim, imagina agora com mais feriado ainda. Complica pros pequenos, aluguel alto e tal.
O que diz o presidente do SindilojasRio
Aldo Gonçalves soltou que “esse monte de feriado trava o giro da mercadoria, negócio não roda, e quem sofre mais é o lojista de rua menor” – faz sentido, ele falou.
Mas tem saída, tipo acordo coletivo pra abrir em feriado ou domingo, banco de horas salva o time de cansar… e-commerce ajuda muito, shoppings e farmácia se viram, só que custo de funcionar nesses dias come a margem, sabe? Nem sempre compensa 100%.
Dicas práticas pra não quebrar o galho
- vai pro online: e-commerce não para nunca, feriado ou não – usa Mercado Livre, monta loja no Shopify, vende enquanto tu tá na praia (se der tempo).
- negocia com sindicato: vê se rola acordo pra folga em feriado com hora extra depois, fatura sobe sem explodir folha de pagamento… tipo uns 20% a mais em vendas boas datas.
- estoque esperto: foca em produto que vende sempre, remédio, comida básica, e arma promo antes do feriado pra encher caixa – não sei se funciona pra todo tipo de loja.
- outros braços de renda: delivery via iFood ou Rappi, parceria com bar que lota em folga… diversifica que o físico tá osso.
Olha, pra mim que vejo isso de perto, varejo tradicional no Rio tá pedindo pra migrar pro digital urgente – aluguéis caros, concorrência de gringo online, feriado em cima… 2026 pode ser o pivô, ou quebra. Planeja olhando o calendário oficial, mas e aí, vai rolar? Sei lá se todo mundo vai sacar a tempo…
Fonte: Agência Brasil





