Se você viu aquelas mensagens circulando por aí dizendo que o governo vai começar a cobrar imposto sobre transações financeiras acima de R$ 5 mil, pode ficar tranquilo: é mentira. A Receita Federal soltou um comunicado oficial para desmentir essa fake news que, além de errada, ainda fala de uma suposta multa de 150% para quem não pagar esse falso imposto.
O que a Receita Federal esclarece?
O órgão reafirma que, de acordo com a Constituição Federal, não pode haver tributação sobre movimentações financeiras. Ou seja, esse tipo de cobrança simplesmente não existe e nunca vai existir nos termos atuais da lei.
Também desmentiram boatos sobre uma tributação de 27,5% sobre essas transações e a tal multa de 150% por não declarar o valor. Tudo isso é falso. A Receita deixa claro que essas notícias falsas só servem para espalhar medo e confusão, beneficiando criminosos que querem gerar pânico financeiro entre a população.
Por que isso importa para você, empreendedor ou investidor?
É comum ver desinformação sobre dinheiro por aí, especialmente nas redes sociais. Mas se você está buscando crescer seu negócio ou cuidar do seu dinheiro, fique de olho nas fontes oficiais e não acredite em tudo que circula. Fake news como essa podem atrapalhar seu planejamento financeiro e causar preocupação desnecessária.
O melhor conselho? Consulte sempre sites oficiais do governo, como a Receita Federal (receita.fazenda.gov.br), e fique atento ao que realmente está acontecendo no mundo das finanças.
Dica prática para evitar cair em fake news financeiras
- Não compartilhe notícias sem verificar a fonte;
- Busque informações em canais oficiais ou especialistas confiáveis;
- Desconfie de informações alarmistas que prometem punições exageradas;
- Se tiver dúvida, consulte um contador ou profissional da área financeiramente qualificado.
Manter uma boa relação com a verdade ajuda a proteger seu dinheiro e seu negócio. E você, já tinha visto essa fake news? Como faz para checar informações financeiras antes de acreditar ou compartilhar? Conta para gente!
Fonte: Agência Brasil






