Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e filiado à União, foi novamente detido pela Polícia Federal nesta sexta-feira (27). A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em cumprimento de ordem judicial.
Além da detenção, a PF executou um mandado de busca e apreensão nas dependências relacionadas ao investigado. Os motivos que levaram à medida cautelar não foram divulgados pelas autoridades.
Esta não é a primeira vez que Bacellar enfrenta a Justiça. Em dezembro do ano passado, o parlamentar foi preso sob suspeita de vazamento de informações referentes a uma operação que visava o ex-deputado TH Joias, associado ao Comando Vermelho. Ambos foram denunciados pela Procuradoria‑Geral da República, conforme noticiado pela Folha Press.
Contexto da nova prisão
A ordem de prisão foi emitida por Alexandre de Moraes, ministro do STF, que tem atuado em diversos casos de combate à corrupção e crime organizado. A decisão indica que a investigação continua em curso e que novas provas podem ter surgido, justificando a ação da Polícia Federal.
Mandado de busca e apreensão
O cumprimento do mandado reflete a busca por documentos, dispositivos eletrônicos ou outros materiais que possam esclarecer os fatos investigados. Embora os detalhes ainda não sejam públicos, a medida costuma ser adotada quando há risco de destruição de provas.
Primeira prisão de Bacellar
Em dezembro, o ex-presidente da Alerj foi detido por suspeita de ter vazado informações sensíveis de uma operação policial contra TH Joias, figura ligada ao Comando Vermelho. A denúncia foi apresentada pela Procuradoria‑Geral da República, ligando os dois políticos a possíveis atos de conluio.
Repercussão política
O caso de Rodrigo Bacellar tem gerado debate sobre a integridade dos órgãos legislativos do Rio de Janeiro. Analistas apontam que a reiterada intervenção da Justiça pode impactar a confiança da população nas instituições estaduais.
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