Na manhã desta sexta-feira (10), o Exército cumpriu mandados de prisão contra militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal por participação na trama golpista. As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, conforme divulgado pelo Notícia ao Minuto.
Foram detidos o major da reserva Ângelo Denicoli, em Vila Velá, Espírito Santo, e, em Brasília, o subtenente ativo Giancarlo Rodrigues e o tenente‑coronel ativo Guilherme Almeida. O cumprimento das penas segue decisão do STF que, em novembro passado, oficializou o fim do processo contra os integrantes da conspiração.
Apesar das capturas, permanecem foragidos o coronel da reserva Reginaldo Abreu e Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, ainda alvo de buscas pelas autoridades.
Mandados de prisão cumpridos em todo o país
Operação coordenada pelo Exército
A ação demonstra a integração entre o Poder Judiciário e as Forças Armadas para garantir o cumprimento de decisões judiciais. O ministro Alexandre de Moraes aprovou a expedição dos mandados, que foram executados simultaneamente em duas localidades distintas.
Perfil dos presos
Ângelo Denicoli, major da reserva, foi capturado em Vila Velá, enquanto Giancarlo Rodrigues, subtenente da ativa, e Guilherme Almeida, tenente‑coronel da ativa, foram apreendidos em Brasília, reforçando o alcance nacional da operação.
Fugitivos ainda procurados
Reginaldo Abreu, coronel da reserva, e Carlos César Moretzsohn Rocha, que lidera o Instituto Voto Legal, continuam foragidos, havendo ordens de busca que permanecem em vigor.
Repercussão política
A medida reforça o posicionamento do STF em relação à responsabilidade dos envolvidos em atos antidemocráticos e demonstra a atuação decisiva do executivo militar no cumprimento de mandados judiciais.
A fonte original da matéria é a Notícias ao Minuto Brasil – Política.








