Preparados para a bomba? O ministro Luiz Fux, do STF, acabou de jogar uma água fria nos sonhos de milhares de brasileiros que sonham em deduzir as despesas educacionais do Imposto de Renda! E acredite, essa decisão promete causar um verdadeiro terremoto nas finanças de quem paga escola particular! Vamos aos detalhes dessa história que tá pegando fogo!
O Voto que Abalou as Estruturas!
Fux, como um verdadeiro guardião do governo, decidiu que o limite de dedução para despesas com educação vai continuar engessado nos miseráveis R$ 3.561,50. Isso mesmo, enquanto a educação a cada dia fica mais cara, ele prefere manter esse teto! O impacto financeiro, segundo a galera da Lei de Diretrizes Orçamentárias, pode chegar a estrondosos R$ 115 bilhões, caso a decisão fosse outra. Agora, você consegue imaginar o quanto isso poderia ajudar os brasileiros que sufragam dia após dia? É de te deixar revoltado!
Educação? Que Nada!
Fux ainda se atreve a dizer que o direito à educação não pode garantir um nível específico de deduções do Imposto de Renda! E pasmem! Ele argumenta que isso poderia causar mais mal à educação, reduzindo os investimentos públicos. Alguém precisa explicar ao ministro que a educação custa caro e que limitar essa dedução é como passar pano para os ricos e deixar a galera mais pobre na mão! O que ele realmente quer, hein?
Um Apelo aos Abençoados de Plantão
Os ricaços que podem bancar escolas particulares seguem na boa, enquanto o resto de nós se vira nos 30! A Ordem dos Advogados do Brasil já havia apontado isso em 2013, mas quem se importa? A luta é real, e a insatisfação só aumenta. Com 33,2% das crianças em escolas particulares e uma conta que não fecha, fica a pergunta: até quando vamos permitir essa sacanagem?
Conclusão: Hora de Dar Um BASTA!
Essa situação é insuportável! É hora de mobilizarmos a galera e mostrarmos para o governo que educação não pode ser um privilégio de poucos. Vamos pressionar para que mudanças reais aconteçam! Chega de limite nas deduções, chega de descaso com a educação do nosso país! Está na hora da população se unir e gritar: queremos um direito de todos, sem exceções!
